terça-feira, 13 de novembro de 2018

Aeroporto de Aracaju receberá obras de recuperação da taxiway


O Aeroporto de Aracaju/Santa Maria (SE) dará início, no dia 26/11, a obras de recuperação do pavimento flexível da taxiway (faixas de taxiamento) e de áreas do pátio, compreendendo uma extensão de, aproximadamente, 3.900 m². Os reparos serão realizados de segunda a sexta, das 5h às 9h50, horário em que não há operações na pista, portanto, sem impacto na programação de voos.

Os trabalhos devem ser finalizados no dia 18/12 e serão executados pela empresa GEOPLAN Engenharia Ltda. O investimento é de R$ 148.268,52. O superintendente do aeroporto, Wanderson Silva dos Santos, explica que, com a melhoria, “a INFRAERO vai garantir a manutenção da segurança operacional nos procedimentos de taxiamento das aeronaves para o pátio de manobras, de acordo com os padrões normativos vigentes”.

O Aeroporto de Aracaju tem capacidade para receber até 4 milhões de passageiros por ano. De janeiro a setembro de 2018, passaram por lá 881.753 viajantes, média diária de 3.265 pessoas. Atualmente, operam no terminal as companhias Azul, Avianca, Gol e Latam, com voos regulares que ligam a capital sergipana às cidades de Guarulhos (SP), São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Brasília (DF), Salvador (BA) e Recife (PE).

O aeroporto

Localizado na zona sul da cidade, o Aeroporto de Aracaju/Santa Maria atende, principalmente, executivos e turistas em busca de negócios, de lazer e dos ótimos passeios que a região oferece. Além disso, o terminal conta com operações diárias de helicópteros que transportam funcionários para as plataformas de petróleo do litoral de Sergipe e de Alagoas.

Fonte: Infraero

sexta-feira, 9 de novembro de 2018

Base do Grupamento Aéreo é reestruturada no aeroporto de Arapiraca


A base do Grupamento Aéreo de Alagoas foi reformada e recebeu novos recursos para dar mais conforto e segurança aos usuários. Em comemoração, uma solenidade aconteceu na manhã da última sexta-feira, 26 outubro.

O capitão Patrick Madeiro explicou que as reformas vão melhorar a dinâmica de funcionamento do aeroporto, que não recebe voos comerciais, mas é utilizado pela polícia e por alguns voos particulares, como de artistas que fazem shows na região.

“Temos agora novas edificações, construímos novos muros, implementamos sistema elétrico de abertura de portões e um circuito interno de TV. Tudo isso visando uma melhor segurança orgânica no aeroporto de Arapiraca, tanto para o efetivo de segurança pública que opera no Agreste, quando para os usuários do aeródromo”, expôs o capitão.

Fonte: Piloto Policial

terça-feira, 6 de novembro de 2018

Gol revisa para baixo projeções de lucro por ação em 2018


Em informe para acionistas, a Gol divulgou uma revisão de suas projeções financeiras para os resultados de 2018 e 2019. Sem grandes alterações operacionais, as mudanças se restringiram ao prognóstico financeiro. Em especial, a revisão abordou o lucro por ação, que este ano deve ser mais negativo do que anteriormente era esperado.

O lucro por ação era previsto para registrar prejuízo entre R$ 1,20 e R$ 1 ao final do ano. Agora, a Gol calcula que a queda deve ser superior, na casa de R$ 2 a R$ 1,80. A previsão para 2019 neste item segue a mesma, com resultado positivo entre R$ 1,50 e R$ 1,90 por ação.

As ações em ADS (American Depositary Share), emitidas e comercializadas na bolsa de valores de Nova York, terão baixa entre US$ 1,10 e US$ 1,00 – previamente a projeção era de queda entre US$ 0,60 e US$ 0,50. Novamente, a previsão para 2019 se mantém, com alta entre US$ 0,80 a US$ 1,20 por ação.

A projeção para a receita líquida total da Gol em 2018 não foi alterada. Houve mudança, no entanto, para o resultado de 2019. A companhia aérea prevê agora fechar o próximo ano com receita de R$ 12,8 bilhões, ou seja, R$ 300 milhões a mais do que os R$ 12,5 bilhões previstos anteriormente.

A aérea afirma que a revisão foi necessária “para refletir movimentos na capacidade dos concorrentes, as recentes variações nos preços de petróleo, a apreciação da moeda dólar versus ao real, os resultados iniciais da incorporação das aeronaves 737 MAX 8 na frota, as atividades de gerenciamento da receita e menor utilização de créditos fiscais”.

Fonte: Panrotas

segunda-feira, 5 de novembro de 2018

Comitiva do DECEA participa de evento da Organização da Aviação Civil Internacional


Uma comitiva do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA) representou o Brasil na 13ª Conferência de Navegação Aérea (AN-Conf/13), em Montreal, no Canadá. O evento, realizado entre os dias 9 e 19 de outubro, foi promovido pela Organização da Aviação Civil Internacional (OACI), da qual o Brasil é signatário desde sua fundação.

A delegação brasileira participou de painéis de discussão e apresentou trabalhos que estão em desenvolvimento. O Diretor-Geral do DECEA, Tenente-Brigadeiro do Ar Jeferson Domingues de Freitas, foi escolhido para ser o vice-presidente da conferência.

O encontro incentiva a colaboração entre os Estados-Membros e as organizações internacionais no alcance de estratégias globais de planejamento, desenvolvimento e implementação de ações que contribuam para a segurança da navegação aérea, além de reunir múltiplas perspectivas da aviação em torno de objetivos e do estabelecimento de prioridades para a comunidade aeronáutica em todo o mundo. É também o momento em que os especialistas apresentam a experiência de seus países, com o objetivo de definir acordos e recomendações nas principais áreas de desempenho do sistema de navegação aérea. Uma vez consolidadas, as orientações serão submetidas à aprovação do Conselho da OACI, durante a 40a Sessão da Assembleia, que será realizada em 2019.

A agenda do Comitê foi dividida por temas: Estratégia Global de Navegação Aérea; Capacitação no Sistema Global de Navegação Aérea; Melhorias no Sistema Global de Navegação Aérea; A Implementação do Sistema Global de Navegação Aérea e o Papel do Planejamento e dos Grupos Regionais; Questões Emergentes.

Foram tratadas, ainda, questões de Segurança Organizacional, subdivididas em Planejamento Estratégico, Implementação de Gerenciamento de Segurança, Monitoramento e Supervisão. Por fim, os últimos itens da agenda falaram dos Riscos da Segurança Operacional e Problemas Emergentes de Segurança.