sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Aberto processo para atividades de falcoaria em Florianópolis

A Infraero realizou nesta terça-feira (28/8) disputa na modalidade pregão para a execução de serviços de falcoaria e manejo de fauna no Aeroporto Internacional de Florianópolis/Hercílio Luz (SC). O certame teve a participação de três empresas. 

As atividades de manejo de fauna previstas no contrato incluem, além da utilização de aves de rapina para afugentar e capturar pássaros que se encontram próximos à área operacional, ações sistemáticas de monitoramento e controle da fauna e avifauna presente no sítio aeroportuário, assim como trabalhos de conscientização da comunidade no entorno do terminal sobre a questão do perigo aviário e manejo de fauna. O prazo de vigência do contrato será de 12 meses. A falcoaria no manejo de fauna é uma iniciativa já presente em outros aeroportos da Infraero, como Porto Alegre (RS), Confins (MG) e Belém (PA).

Além de Florianópolis, os aeroportos de Joinville e Navegantes (SC) também se preparam para contratar serviços de falcoaria no manejo de fauna. O edital para o pregão de contratação dos serviços está disponível neste link, com abertura da licitação prevista para 30/8 e disputa de lances em 31/8.
 
“A ampliação dos trabalhos de manejo de fauna com métodos seguros para o meio ambiente é uma prioridade da Infraero. Com a iniciativa, o Hercílio Luz contará com mais uma frente de ação para garantir um ambiente operacional cada vez mais seguro para os passageiros”, pontuou Antonio Pallu, superintendente de Florianópolis. 

Fonte: Assessoria de Imprensa - Infraero

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Ocupação aérea em voos domésticos é recorde em julho

A demanda e a oferta do transporte aéreo doméstico de passageiros e a taxa de ocupação de julho de 2012 foram recordes para o mês, informou nesta quinta-feira a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). A demanda transporte aéreo doméstico de passageiros cresceu 7,86% em julho de 2012 quando comparada com igual mês de 2011. Já a oferta aumentou em 2,06% no mesmo período.

Conforme a Anac, os níveis de demanda e de oferta do transporte aéreo doméstico foram os maiores para o mês de julho desde o início da série dos Dados Comparativos da agência em 2000. No acumulado do ano (janeiro a julho de 2012), a demanda subiu 7,39% em relação a igual período de 2011, enquanto a oferta ampliou-se em 7,47%.

Entre as seis empresas que apresentaram participação no mercado doméstico superior a 1%, Avianca e Trip destacaram-se com as maiores taxas de crescimento da demanda em julho de 2012 em relação a julho de 2011, de 70,22% e 68,66%, respectivamente. A TAM registrou crescimento de 10,11% na demanda de julho de 2012 quando comparada com igual mês de 2011, e a Gol registrou redução de 7,07% no mesmo período.

A taxa de ocupação dos voos domésticos de passageiros alcançou 79,45% em julho de 2012, contra 75,18% em igual mês de 2011, com crescimento de 4,27 pontos porcentuais. Segundo a agência, o porcentual também foi o melhor para o mês de julho desde o início da série dos Dados Comparativos em 2000. No período de janeiro a julho de 2012, a taxa ficou praticamente estável (71,41%) em relação o mesmo período de 2011 (71,47%).

Entre as seis empresas que apresentaram participação no mercado doméstico superior a 1%, as maiores taxas de ocupação em julho de 2012 foram alcançadas por Azul e TAM, com 82,42% e 81,43%, respectivamente.

Participação de Mercado 
TAM e Gol lideraram o mercado doméstico em julho de 2012 com participação de 41,87% e de 32,95%, respectivamente. No acumulado do período de janeiro a julho de 2012, a participação das líderes alcançou 40,03% e de 33,92%, respectivamente.

A participação das demais empresas no mercado doméstico subiu de 20,75% em julho de 2011 para 25,19% em julho de 2012. No acumulado de janeiro a julho de 2012, a participação de mercado das demais empresas acumulou alta de 30,76% em relação ao mesmo período do ano passado, segundo a Anac.

Entre as seis empresas que apresentaram participação no mercado doméstico superior a 1%, Avianca e Trip registraram o maior crescimento em julho de 2012 quando comparada com o mesmo mês de 2011, passando de 3% para 4,74% e de 3% para 4,68%, respectivamente.

Ainda de acordo com a Anac, a demanda do transporte aéreo internacional de passageiros das empresas aéreas brasileiras caiu 2,33% em julho de 2012 em relação a julho de 2011. A oferta também teve queda, de 1,34%, no mesmo período. De janeiro a julho de 2012, entretanto, houve crescimento da demanda em 0,59%, mas a oferta teve redução de 1,79% quando comparadas com o mesmo período de 2011.

A TAM registrou redução de 3,33% na demanda internacional em julho de 2012 em relação ao mesmo mês do ano anterior, mas a Gol obteve expansão de 20% no mesmo mês.

A TAM, com 87,11%, e a Gol, com 12,89%, representaram a totalidade das operações de empresas brasileiras no transporte aéreo internacional de passageiros em julho de 2012. A TAM registrou redução de 1,03% na sua participação no mercado internacional em relação ao mesmo mês de 2011. Já a participação da Gol apresentou crescimento de 22,86% no mesmo mês.

Já a taxa média de ocupação dos voos internacionais de passageiros operados por empresas brasileiras alcançou 84,11% em julho de 2012, contra 84,96% do mesmo mês de 2011. O melhor aproveitamento em julho de 2012 foi alcançado pela TAM, com 86,07%, enquanto o desempenho da Gol foi de 72,93%.

Fonte: ANAC

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Aeroportos regionais de SP ampliam movimento em 60% em 2012

O Departamento Aeroviário do Estado de São Paulo (Daesp) registrou um aumento de mais de 60 % na movimentação dos aeroportos regionais no Estado nestes primeiros sete meses de 2012.
O aeroporto que lidera o ranking é o de Marília (Frank Miloye Milenkowichi), que cresceu 156%, comparando-se janeiro a julho de 2011. Passaram pelos terminais de Marília 55.486 passageiros em 2012, contra 21.613 passageiros em 2011.

Outro aeroporto que opera voos regulares (comerciais) que também se destacou foi o de Bauru/Arealva (Moussa Nakhal Tobias) com aumento de 82% nos primeiros sete meses de 2012, quando recebeu 103.510 passageiros, frente a 56.840 de 2011.

O aumento na movimentação de passageiros nos aeroportos regionais do Estado, de acordo com Ricardo Volpi, superintendente do Daesp, é atribuído “ao crescimento na demanda de cada região, aliada à entrada de novas companhias aéreas. A concorrência de mercado gerou tarifas mais acessíveis e atrativas aos usuários”.

Outra fatia do mercado atendida pelos aeroportos do Daesp, que é a aviação geral (executiva) também impulsionou este crescimento. O aeroporto de Jundiaí (Com.Rolim Adolfo Amaro) registrou aumento de cerca de 21 % nos pousos e decolagens, de 56.909 (2012) contra 47.023 (2011).
No total, os 31 aeroportos administrados pelo Daesp receberam, nos primeiros sete meses do ano, 1.661.925 passageiros e, em 2011, 1475.065.

Fonte: Transporta Brasil

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Aeronáutica afirma que avião de pequeno porte que sumiu no litoral do Rio caiu no mar

O Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa-3), com base no Rio, informou que o monomotor que desapareceu logo após deixar o Aeroporto de Jacarepaguá em direção a São Paulo, na noite da terça-feira, caiu no mar. O serviço - subordinado ao Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), com sede em Brasília - ainda aguarda a localização dos destroços para intensificar as apurações sobre as causas do acidente. As buscas pelo avião de pequeno porte modelo PA-16 foram suspensas no início desta noite. De acordo com informações da assessoria de comunicação da Força Aérea Brasileira (FAB), as buscas pela aeronave de pequeno porte, modelo PA-46, serão reiniciadas no início da manhã da quinta-feira.

O major-aviador Silvestre, integrante do Seripa-3, informou que nesta quarta-feira as buscas foram feitas cerca de uma milha náutica, tomando como ponto de referência o Aeroporto de Jacarepaguá, no Rio. Apesar de Silvestre já ter admitido que o avião possa ter caído no mar do Rio, as buscas se intensificaram desde a Restinga de Marambaia, na Barra da Tijuca, até Paraty, no Sul do Estado do Rio. Segundo informações da FAB, o avião perdeu o contato com a torre de controle de voo assim que decolou do Aeroporto de Jacarepaguá. E ainda é apurado se o monomotor fez um pouso de emergência em algum lugar. O major disse que as buscas estão sendo coordenadas pelo Salvaero do Departamento de Controle de Espaço Aéreo (Decea).

No avião estavam duas pessoas. De acordo com informações da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), o piloto comercial está identificado como Fernando Rubinho Lopes, de 36 anos. No plano de voo ele lista como passageiro Francisco Fernandes. Segundo a Anac, a aeronave estava com todas as revisões em dia, assim como a documentação do piloto.

O monomotor, que tinha capacidade para seis pessoas mais a tripulação, decolou por volta das 19h30m da terça-feira com duas pessoas a bordo, mas não chegou ao Aeroporto Campo de Marte, para onde seguia. Segundo a Capitania dos Portos, o avião teria desaparecido quando passava pela Restinga da Marambaia.

De acordo com a Marinha, desde as 7h desta quarta-feira eram realizadas buscas no litoral fluminense, no trecho entre a Barra da Tijuca e Paraty. Participaram da operação o navio patrulha Gurupi com o apoio de equipes da agência em Paraty e das delegacias em Angra dos Reis e Itacuruçá. Um helicóptero da FAB também deu apoio às buscas.

No último dia 24 de julho, outro avião de pequeno porte caiu no mar, na altura da praia do Recreio dos Bandeirantes. Segundo a assessoria de comunicação da Infraero, o acidente ocorreu minutos após a aeronave decolar do Aeroporto de Jacarepaguá. Três pessoas estavam no avião e foram resgatadas sem ferimentos. O episódio aconteceu por voltas das 14h30m, na altura do Posto 8, no Recreio dos Bandeirantes. 

A aeronave pertencia à empresa Lasa Engenharia e Prospecção. Os três tripulantes, identificados com José Marcelo, André e Carlos Alberto, foram resgatados por uma equipe do 2º Grupamento Marítimo dos Bombeiros (Barra da Tijuca), que voltava de helicóptero de uma operação em Guaratiba. Segundo os bombeiros, após serem salvos os tripulantes do avião foram levados até a Praia da Reserva, de onde seguiram para o hangar da empresa Lasa.

Duas semanas antes, dia 12 de julho, um bimotor com três pessoas a bordo caiu, por volta das 17h30m, próximo à Ilha de Cataguases, em Angra dos Reis, a 500 metros do continente. Três pessoas morreram na queda: o piloto Antônio Fernandes Neto, o copiloto Hernani Gomes e o empresário mineiro Clemente de Farias, de 62 anos, dono do avião. 

A operação de resgate durou cerca de cinco horas. Clemente Faria chegou a ser cremado, em Contagem, na Grande Belo Horizonte. Um dos mais bem-sucedidos de Minas, ele tinha participação acionária em cerca de 20 companhias, entre elas, a Minas Máquinas, revendedora de caminhões, máquinas e automóveis Mercedes-Benz.

Fonte: G1

terça-feira, 21 de agosto de 2012

PT-HZE da EFAI acidenta-se em Minas Gerais e pilotos passam bem

Ontem, 20/08, por volta da 14:40h um helicóptero modelo AS350B Esquilo, PT-HZE, da escola de pilotagem EFAI, acidentou-se no aeroporto Carlos Prates, SBPR, em Belo Horizonte – MG, próximo à cabeceira “09″ da pista de pouso.

A aeronave era pilotada pelo Comandante Bosco e pelo Ten Cel Res PM Edivaldo dos Santos. Segundo informações tratava-se de um voo de “cheque” (voo onde se avalia o piloto nos procedimentos de emergência da aeronave) e, em uma manobra de autorotação, a aeronave colidiu com o solo. As causas do acidente ainda serão apuradas pelo CENIPA e pela Polícia. A aeronave ficou destruída com o acidente.

O Pégasus 10 da Polícia Militar e o Arcanjo 03 do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais resgataram os dois pilotos. O Comandante Bosco foi resgatado pelo Arcanjo e o Ten Cel Res PM Edivaldo pelo Pégasus. Ambos estavam conscientes e passam bem e não há risco de morte. Os pilotos foram conduzidos ao Hospital João XXIII pelas aeronaves.

O Comandante Bosco é o piloto mais experiente no Brasil em treinamento de emergências com esse modelo de aeronave e a EFAI – Escola de Pilotagem é uma empresa baseada na crença de que o nível de Segurança de Voo na operação com aeronaves em geral e com os helicópteros em particular é, significativamente, dependente da formação inicial do piloto e da formação avançada dos comandantes.

Fotos: Carolina Farah/G1.

domingo, 19 de agosto de 2012

PPPs nos Aeroportos

As companhias aéreas esperam que o pacote de investimentos em aeroportos que será anunciado pelo governo seja feito por meio de Parcerias Público-Privadas (PPPs), e não concessões. Elas acreditam que, assim, as tarifas aeroportuárias podem ser menores.
 
Na PPP, a participação do governo no projeto é maior. "Isso provavelmente faria com que as tarifas aeroportuárias cobradas fossem mais baixas do que nos aeroportos repassados ao setor privado por meio de concessão", afirmou à Agência Estado o presidente de uma companhia aérea, que preferiu não se identificar. "O setor torce para que o governo escolha o modelo de PPPs." 
 
No anúncio de ferrovias e rodovias feito nesta semana, o governo definiu que os projetos rodoviários seguirão o modelo de concessão e o vencedor será o concorrente que se dispor a cobrar o menor pedágio. 
 
Para garantir o cumprimento dos investimentos estipulados, só permitirá o início da cobrança da tarifa após a aplicação de pelo menos 10% dos recursos. No setor ferroviário, porém, a escolha foi pelas PPPs. O setor privado construirá cerca de 10 mil quilômetros de ferrovias e fará sua manutenção.
 
Para que o investidor não corra riscos de demanda, o governo, por meio da Valec, comprará toda a capacidade dessa malha e a revenderá a usuários interessados.O grande ágio pago nos leilões em fevereiro, que chegou a 673% no caso do aeroporto de Campinas, em São Paulo, faz as companhias aéreas temerem que, ao longo das concessões, que variam entre 20 e 30 anos, os vencedores, com dificuldade de obter os retornos esperados, acabem pressionando o governo a reajustar fortemente as tarifas.

Na opinião desse executivo, a Parceria Público-Privada também seria mais interessante para o governo, pois poderia deixar a Infraero com a maioria da participação acionária nos aeroportos. A primeira PPP do País foi feita em 2005, entre o governo do Estado de São Paulo e o Grupo CCR, para a operação e manutenção da Linha 4 Amarela na capital paulista. Ao longo de 30 anos de operação, a empresa investirá mais de R$ 2 bilhões na linha em equipamentos, trens e sistemas. "Esse seria um bom modelo para os aeroportos", diz o executivo.
 
Modelo alternativo
A presidente Dilma Rousseff solicitou à Secretaria de Aviação Civil (SAC) um modelo alternativo com regras mais rígidas para as novas concessões de aeroportos, como de Confins, em Belo Horizonte, e Galeão, no Rio de Janeiro. O novo modelo em discussão torna majoritária a participação da Infraero e estimula as PPPs.
 
Ele ainda não foi aprovado pela presidente porque persistem as dúvidas quanto ao papel da estatal na nova rodada de concessões. "O problema é que temos mais dúvidas do que certezas", admitiu um assessor. Nos aeroportos já licitados - Guarulhos, Viracopos e Brasília - a participação da estatal foi de 49%, com o compromisso de que não interferiria no processo, sendo apenas uma parceira.
 
Dilma não desistiu de fazer as novas concessões, mas quer garantias para a realização dos investimentos. Quando as regras forem aprovadas, o que deve ocorrer até o fim do mês, também será anunciado o Plano de Aviação Regional para aumentar o trânsito aéreo da população e de cargas entre Estados vizinhos. É também mais uma frente de investimentos para desobstruir a infraestrutura do País e revitalizar as operadoras regionais. A ideia é utilizar os recursos do Fundo de Aviação Civil para dinamizar as obras.
 
As críticas da presidente às regras dos leilões já realizados são conhecidas. Ela teme pela administração desses aeroportos e tem dúvidas quanto à experiência dos consórcios vencedores, que se associaram a empresas da África do Sul, Argentina e França. Dilma pediu à SAC que fizesse alguns ajustes para deixar de fora operadoras de aeroportos pequenos. Os ajustes foram feitos.
 
Um deles prevê elevar o piso do número de passageiros que transitam por ano. No modelo anterior, esse corte se deu em 5 milhões de passageiros por ano. A proposta "ficou de lado" e Dilma pediu o modelo alternativo.
 
A alternativa é o fortalecimento da Infraero. A estatal seria majoritária no projeto, e foi essa ideia que gerou insegurança e muitas dúvidas. Como se definir o aporte dos recursos privados? Será que as empresas têm interesse em formar parceria com a Infraero sendo majoritária no comando dos aeroportos? Na defesa do novo modelo entram argumentos como o de que, além de considerar a expertise da estatal, os investimentos seriam acelerados.
 
A administração seria feita a quatro mãos com empresas privadas, por meio de PPPs. Os técnicos defendem o modelo que deu início ao repasse da operação e administração dos aeroportos para o setor privado, em fevereiro. Eles têm acompanhado as operações dos consórcios vencedores e garantem que estão ocorrendo avanços, não só na esfera administrativa como na descrição das obras necessárias à modernização e na eficiência dos aeroportos. 

Fonte: As informações são do jornal O Estado de S. Paulo

sábado, 18 de agosto de 2012

Batida entre aviões no interior de SP deixa mortos

O Corpo de Bombeiros de Campinas, cidade a 90 km de São Paulo, foi acionado por volta das 9h45 deste sábado (18) para atender uma ocorrência de queda de aeronaves, na rodovia SP-306, conhecida também como Comendador Américo Emílio Romi. A estrada liga a cidades de Santa Bárbara d´Oeste a Capivari, no interior do Estado.

De acordo com informações iniciais, dois aviões de pequeno porte bateram em voo e caíram em uma plantação de cana-de-açúcar. Após a queda, as duas aeronaves explodiram. De acordo com o Corpo de Bombeiros, cinco equipes da corporação foram deslocadas para o local. Três pessoas morreram carbonizadas após a explosão as aeronaves.

A rodovia onde os dois aviões caíram fica entre o km 125 e o km 130 da rodovia dos Bandeirantes. A concessionária Autoban, que administra a rodovia, informou que as câmeras da rodovia captaram imagens da mata em chamas. O trânsito na região ainda era normal, por volta das 10h40.

Fonte: R7

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Entenda o que muda no turismo do Brasil com a Copa 2014

O turismo no Brasil está em expansão nos últimos anos com o boom da economia. Além disso, a consolidação da imagem do Brasil no exterior - marketing, propriamente dito - tem se mostrado como o passaporte para o crescimento inigualável do turismo em terras tupiniquins.

É previsto para 2014 a célebre comemoração do setor turístico com a marca recorde de 2 milhões de ocupações, além de quase R$ 9 bilhões em divisas internacionais e mais de R$ 70 milhões de desembarques domésticos. Os números foram oferecidos pelo Documento Referencial Turismo no Brasil 2011/2014, do ministro Luiz Barreto.

A famosa classe média do Brasil movimenta a passos largos a economia e o setor turístico. Mas não somente o turismo regional é o grande responsável pelos números exorbitantes, cada vez mais turistas gringos posam em território nacional.

Brasil se torna referência de turismo em todo o mundo

Com a aproximação da Copa 2014 e das Olímpiadas (2016), além de outros eventos, tais como mega shows, o Brasil se destaca em todo o mundo. Abrigar grandes eventos como estes tem se mostrado como a melhor estratégia de marketing para o setor turístico. Serão milhares de empregos para todos os brasileiros, de Norte ao Sul do país, durante a preparação para a Copa 2014.

O Turismo movimenta a economia nacional

Se durante a crise do real, o turismo pouco representava na economia do país, agora ele é não somente importante, como também primordial. Segundo o Conselho Mundial de viagens e Turismo, em 2011, o turismo contribuiu com US$79 bilhões para o PIB e ainda terá um aumento expressivo de quase 8% para este ano.

Países vizinhos como o Chile, Colômbia, Argentina e Peru não são de longe uma concorrência para o setor. O Brasil ultrapassou significativamente todos os países da região quando o assunto é turismo.

Se comparado em escala mundial, o Brasil ainda assim é uma grande referência. O país terá um dos maiores índices de crescimento no mundo, pouco atrás apenas das regiões Nordeste e Sul da Ásia.

Como o setor turístico deve se preparar para 2014

O setor turístico já está investindo em infra-estrutura e mão de obra qualificada, como maior número de acomodações e funcionários poliglotas.

O que os brasileiros ganham com o crescimento do turismo

Tais números são também um motivo de comemoração para todos os brasileiros. À medida em que o turismo no Brasil cresce, melhoram também as férias de muitos brasileiros. São mais hotéis, mais investimentos no setor, melhores acomodações, preços mais baixos pela concorrência, serviços de qualidade e maiores chances de ter uma viagem tranquila e prazerosa dentro do próprio país, sem precisar recorrer à valores exorbitantes. Enquanto a Copa 2014 não chega, este é um ótimo momento para explorar o próprio país!


Fonte: Portal Férias

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Feira em SP mostra o avião mais luxuoso fabricado no Brasil

Uma feira de aviação em São Paulo exibe pela primeira vez no país o Lineage 1000, considerado o maior e mais luxuoso avião executivo fabricado no Brasil. A aeronave da Embraer é montada em São José dos Campos, no interior paulista. A feira de aviação Labace 2012 vai até sexta-feira (17), no Aeroporto de Congonhas, na Zona Sul, e o ingresso custa R$ 200.

A Embraer se inspirou nos hotéis de luxo de Nova York e Paris para desenvolver o modelo que custa partir de R$ 100 milhões. A capacidade do Lineage é para 19 passageiros. O espaço interior da aeronave equivale a um apartamento de 70 m². O espaço é dividido em sala de reunião, sala de estar, de refeições, suíte e compartimento de bagagens.

A empresa oferece mais de 5 mil opções para a decoração. O cliente pode escolher, por exemplo, entre 60 opções de carpete.

A Labace 2012 traz ainda mais de 70 aeronaves executivas.

Fonte: G1

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Bilionários apreensivos: jatos podem virar sucata

Alvos da Operação Pouso Forçado, que apreendeu, por sonegação fiscal, jatos de bilionários como André Esteves e Leo Kryss, dos bancos BTG e Tendência, os empresários pretendem alegar, na defesa, que as aeronaves correm o risco de se transformar em sucata. O caso foi abordado pelo colunista Guilherme Barros, na revista Istoé Dinheiro.

A Corregedoria Nacional de Justiça (CNJ) começou a ouvir, na semana passada, todas as partes envolvidas na operação Pouso Forçado, realizada pela Receita Federal e pela Polícia Federal e que resultou na apreensão de quase 20 jatinhos de grandes empresários brasileiros.

A preocupação da Corregedoria é de que as aeronaves, que são avaliadas em dezenas de milhões de dólares, fiquem no chão e se transformem em sucatas, o que irá gerar prejuízos de toda a ordem.

A Corregedoria também está apurando se houve exagero da Justiça ao conceder liminares autorizando a apreensão, sem antes notificar os donos.
A apuração está sendo conduzida por Marlos Augusto Melek, juiz corregedor nacional de Justiça Auxiliar CNJ.

Ao blog, ele disse que “o que ocorre é que naturalmente fomos procurados por muitas das partes envolvidas, e por ora limitamo-nos a ouvir a todos que nos procuraram na Corregedoria Nacional de Justiça”.

De acordo com Melek,  ”se eventualmente houve exagero por parte da Receita Federal do Brasil, o Poder Judiciário, através de ações próprias, certamente decidirá sobre este tema”.

Melek afirmou que “a única preocupação que temos é que, através do Programa Espaço Livre – Aeroportos, estamos limpando os aeroportos, e temos imensa preocupação que aeronaves de milhões de dólares fiquem no chão e se transformem em sucatas, gerando prejuízos de toda a ordem”.

Fonte: Brasil 247

domingo, 12 de agosto de 2012

Governo federal abandona programa de combate ao tráfico usando aviões-robôs

O céu estava nublado no aeródromo de São Miguel do Iguaçu, uma pequena cidade paranaense na tríplice fronteira do Brasil com o Paraguai e a Argentina. Nada, no entanto, que impedisse o voo inaugural do primeiro Veículo Aéreo Não Tripulado (Vant) da Polícia Federal (PF) naquela manhã de 10 de novembro de 2011. O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, a quem a PF está subordinada, foi até a pista ver de perto a aeronave capaz de filmar e fotografar a placa de um carro ou o rosto de um traficante de drogas a 9 quilômetros de altura. Em seguida, Cardozo se dirigiu ao auditório improvisado para falar sobre a maior arma anunciada contra o narcotráfico pelo governo da presidente Dilma Rousseff, uma promessa feita na campanha de 2010: a compra de 14 Vants israelenses, por R$ 655 milhões. Ao fundo do palco onde o ministro discursava, havia um pôster gigante com a foto do avião em voo e o título em letras garrafais: “Fase operacional”. Uma frase que não saiu do papel.

Na linguagem policial, operacional quer dizer ação prática. O Vant passaria a fazer missões rotineiras. De acordo com documentos obtidos por ÉPOCA, isso não aconteceu. Depois da festa de inauguração, o avião foi recolhido ao hangar do aeródromo onde fica a base de operação. Os equipamentos foram encaixotados e estão assim até hoje. Uma segunda aeronave já comprada continua em Israel, sem previsão para ser enviada ao Brasil. Não se fala mais em comprar outros 12 aparelhos como foi previsto no início e alardeado com pompa. Brigas internas na PF e o descaso do Palácio do Planalto ameaçam abater, ainda em solo, o projeto no qual o governo já gastou R$ 73 milhões. O valor inclui os dois aviões e o material necessário (antenas e computadores) para mantê-los no ar.

Operado por um piloto em terra, que digita os comandos no computador das estações, o avião pode voar por 37 horas ininterruptas a uma distância de até 4.000 quilômetros, enviando imagens on-line para a base sobre as atividades de narcotráfico nas fronteiras brasileiras. Com a varredura, seria possível saber onde os criminosos se escondem, para onde enviam drogas e, principalmente, vigiar seus passos e prendê-los. O combate na fronteira boliviana tem um caráter especialmente crucial para os brasileiros. Pelo menos 54% da cocaína que chega ao Brasil vem do país andino. Boa parte se transforma no crack que assombra nossas metrópoles.

A previsão era instalar quatro bases. Além de São Miguel do Iguaçu, outras três funcionariam em Brasília, no Distrito Federal, Vilhema, em Rondônia, e Manaus, no Amazonas. Em junho, a Procuradoria da República no Paraná começou a receber informações de que não havia mais decolagens na primeira estação inaugurada por Cardozo. Os procuradores descobriram que o Vant estava parado. Como o projeto não decolou, a Procuradoria entrou na Justiça para o governo aumentar o número de policiais. O pedido foi rejeitado pela Justiça Federal.

O Brasil tem 11.600 quilômetros de fronteiras com Colômbia, Peru, Bolívia (países produtores de cocaína) e Paraguai (fornecedor de maconha). Para cobrir toda essa extensão, a PF conta nessas regiões com apenas 14 delegacias e 826 policiais. A relação é de um agente para cada 16 quilômetros e de um delegado por 100, segundo o cálculo do Tribunal de Contas da União (TCU) num relatório recente de avaliação da política de combate ao narcotráfico. O TCU recomendou ao governo contratar por meio de concursos mais 3 mil policiais. E destacou o projeto do Vant como o avanço mais significativo diante da falta de pessoal.

Um relatório da PF, de março deste ano, mostra que essa vantagem é desperdiçada. Durante 2011, o projeto do Vant contou com um orçamento de R$ 70 milhões. Isso permitiria a compra de equipamentos e combustível, além de treinamento de pilotos. O documento da PF diz que, “por problemas técnicos”, apenas R$ 6,3 milhões foram efetivamente gastos.

Se não é por falta de dinheiro, por que o Vant não sai do chão? O presidente da Associação dos Delegados Federais, Marcos Leôncio, afirma que a PF está sem contrato de manutenção da aeronave, o que impede a decolagem. “Também existe uma dúvida do governo sobre se o Vant fica com a PF ou será entregue à Aeronáutica”, diz Leôncio. Essa alternativa poderia criar um conflito com Israel, porque o equipamento foi vendido exclusivamente para a atividade policial, e não militar. A PF chegou a divulgar, no dia do voo inaugural, que era a primeira polícia do mundo a usar o Vant para esse fim.

A origem do imbróglio está em divergências na cúpula da PF desencadeadas em 2011. Em janeiro daquele ano, a direção-geral da PF mudou de mãos, passando ao delegado Leandro Coimbra. Ele assumiu o posto no lugar de seu colega de profissão Luiz Fernando Corrêa, que defendia para Dilma o emprego dos aviões-robôs. Na gestão de Coimbra, contratos foram interrompidos. A mesma empresa que forneceu os aviões, a Israel Aerospace Industries, treinaria uma congênere brasileira para cuidar da manutenção do programa no futuro. O argumento usado pela área de logística para suspender esse contrato foi um processo aberto pelo TCU para apurar acusações de irregularidades nos pagamentos à empresa israelense. O Tribunal investiga a despesa de R$ 24,6 milhões para o treinamento de 13 pilotos (R$ 1,9 milhão por cabeça). O processo ainda não foi concluído. Ele não significa o fracasso do projeto. A PF diz que prepara um novo contrato de manutenção e que receberá o segundo Vant ainda neste ano. Somente então vai avaliar se compra as outras 12 aeronaves inicialmente previstas.

A tecnologia de ponta dos aviões é uma arma para combater um novo esquema montado pelo narcotráfico nas fronteiras. Em outubro do ano passado, ÉPOCA revelou que os novos barões da droga terceirizaram parte das etapas, como refino, transporte e comércio dos entorpecentes. Eles passaram a atuar também nos países vizinhos. Grandes carregamentos de cocaína e de pasta-base de coca, matéria-prima do crack, são lançados de aviões em fazendas no lado brasileiro.

Nas fronteiras com Colômbia, Peru e Bolívia, policiais federais se veem diante de uma luta de guerrilha. No fim de 2010, dois agentes federais morreram baleados no Rio Solimões, a 240 quilômetros de Manaus, quando interceptaram uma lancha que transportava cocaína. Uma das principais funções do Vant é passar informações aos homens em terra, adiantando a posição do inimigo durante uma situação de confronto. Para os policiais na linha de frente contra traficantes fortemente armados, os veículos não tripulados podem representar uma proteção a sua vida.

Fonte: G1 (com informações da Revista Época)

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Planalto libera pequenos aeroportos

O governo baixará decreto, nos próximos dias, que autoriza empresas privadas a operarem comercialmente a chamada aviação executiva. O decreto, aprovado pela presidente Dilma Rousseff e pela Casa Civil, permitirá que o setor privado construa aeroportos para pouso e decolagem de jatinhos e aviões de pequeno porte, além de helicópteros, e faça exploração comercial dessas unidades.

Atualmente, o Brasil dispõe de dezenas de aeroportos privados de pequeno porte, mas eles não podem atuar comercialmente. Os donos não podem cobrar taxas de pouso e decolagem nem instalar lojas comerciais em suas dependências. Funcionam também no país aeroportos públicos de aviação geral, em cidades como São Paulo (Campo de Marte) e Rio de Janeiro (Jacarepaguá).

O objetivo do governo, com o decreto, é estimular a construção de aeroportos de aviação executiva para desafogar os aeroportos regulares durante grandes eventos, como a Copa do Mundo de 2014 e a Olimpíada do Rio, em 2016. Segundo estimativa oficial, entre 30% e 35% dos pousos e decolagens dos aeroportos de São Paulo, por exemplo, são de aviões executivos.

O governo quer evitar o que ocorreu na África do Sul durante a Copa do Mundo de 2010, quando o intenso fluxo de aviões particulares provocou congestionamentos nos principais aeroportos daquele país. Por causa disso, milhares de torcedores não conseguiram assistir a alguns jogos por causa do caos aéreo.
 
Pelo menos três projetos de aeroportos gerais devem deslanchar após a autorização oficial. O grupo imobiliário JHSF, dono do shopping Cidade Jardim, em São Paulo, pretende construir uma unidade - batizada de Novo Aeroporto Executivo de São Paulo (NAESP) - em São Roque, a 60 km da capital paulista. Os empresários Fernando Botelho Filho e André Skaf, por sua vez, planejam construir e operar um aeroporto particular - o Aeródromo Rodoanel - na região do anel rodoviário de São Paulo.

Os dois projetos já foram protocolados na Secretaria de Aviação Civil (SAC) da Presidência da República, que estuda também autorização para um terceiro aeroporto geral, destinado exclusivamente a pousos e decolagens de helicópteros - o "Helicidade", um projeto idealizado pelo economista Fábio Tinelli.

A aviação geral engloba todos os setores da aviação civil que não estão envolvidos com o transporte aéreo regular de passageiros e de cargas. Segundo a Associação Brasileira de Aviação Geral (ABAG), o Brasil possui o segundo maior mercado de aviação executiva do mundo, ficando atrás apenas dos Estados Unidos.

De acordo com dados da associação, a frota brasileira da aviões executivos é de cerca de 12,3 mil unidades. O segmento realiza, por ano, mais de 800 mil voos, por meio de mais de mil empresas.

O governo estuda, também, o modelo de exploração de aeroportos de grande porte, como os de Confins (em Belo Horizonte) e Galeão (no Rio). Na semana passada, a presidente Dilma ordenou a realização de estudos de modelos alternativos à concessão desses aeroportos ao setor privado.

O modelo de concessão, adotado nos aeroportos de Brasília (Juscelino Kubitschek), Campinas (Viracopos), Guarulhos (Cumbica) e Natal (São Gonçalo do Amarante), não está descartado, mas o governo decidiu analisar outras possibilidades. Além da concessão, há três alternativas sendo avaliadas - contratos de Parceria Público-Privada (PPP); adoção do Regime Diferenciado de Contratação Pública (RDC) pela Infraero; e adoção de uma PPP em que a União seria o acionista majoritário.

Há estudos também para desenvolver a aviação regional, o que exigirá a ampliação do número de aeroportos, com capacidade para receber voos regulares, de 130 para 213 - hoje, o país dispõe de 700 aeródromos. A meta oficial é fazer com que o atendimento da população salte de 79%, num raio de 100 Km, para 94%. O projeto exigirá a construção de novos aeroportos e a ampliação e reforma dos já existentes.

Fonte: portaldoeconomista.org.br

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Governo da Paraíba anuncia compra de helicóptero para a PM

A construção e pavimentação de estradas, obras de seis sistemas adutores, esgotamento sanitário, abastecimento de água, recuperação das instalações do Espaço Cultural e do Teatro Santa Roza, são algumas das aplicações do empréstimo de R$ 689,22 milhões, cujo projeto foi enviado pelo Governo do Estado à Assembleia Legislativa. O empréstimo poderá ser tomado junto ao BNDES, Banco do Brasil ou Caixa Econômica.

A área da Segurança também será beneficiada com ações que incluem a aquisição de um helicóptero para a Polícia Militar e a construção do Instituto de Polícia Científica de Campina Grande.

Os recursos fazem parte dos R$ 20 bilhões destinados pelo BNDES para os 26 Estados e Distrito Federal, por meio do Programa Pró-Investe – Programa Emergencial de Financiamento (PEF) III.

Fonte: Governo da Paraíba

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Infraero participa de fórum de infraestrutura aeroportuária

A Infraero marcou presença na abertura do Aeroinvest 2012 – 3º Fórum Internacional de Investidores em Infraestrutura Aeroportuária, que teve início nesta segunda-feira (6/8), em São Paulo. O diretor de Engenharia da Infraero, Jaime Parreira, foi um dos participantes do painel de debates “Cenário e Perspectivas de Investimentos e Mudanças para o Setor Aeroportuário”, representando o presidente da empresa, Gustavo do Vale. Também participaram da mesa representantes da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e do Tribunal de Contas da União (TCU).

      No painel, Parreira falou sobre o planejamento de expansão dos aeroportos da Rede para atender o aumento da demanda nos últimos anos e a movimentação prevista no período da Copa de 2014. O diretor detalhou projetos, investimentos e realizações já entregues. Algumas das melhorias para a Copa concluídas entre 2011 e 2012 são os módulos operacionais dos aeroportos de Guarulhos e Viracopos (SP) e Cuiabá; a ampliação e revitalização do sistema de pistas e o terminal 4 de Guarulhos; a implantação do módulo operacional do Aeroporto Internacional de Porto Alegre/Salgado Filho (RS); a implantação do segundo módulo operacional do Aeroporto Internacional de Brasília/Juscelino Kubitschek (DF); e a restauração da pista de pousos e decolagens do Aeroporto Internacional Afonso Pena - Curitiba (PR).

      O diretor de Engenharia falou também sobre a execução orçamentária da Infraero. “No ano passado, a Infraero cumpriu 75% dos investimentos programados. Neste ano, a nossa meta é atingir um mínimo de 85% dos investimentos previstos, com uma meta de R$ 1,75 bilhão”, pontuou.

      Na terça-feira (7/8), segundo e último dia do evento, o superintendente de Negócios Comerciais da Infraero, Claiton Resende, participará de painel sobre o varejo aeroportuário e receitas não aeronáuticas em aeroportos.

      O Aeroinvest 2012 é um fórum de discussão das oportunidades de negócios da cadeia aeroportuária de alcance nacional e internacional, realizado com o apoio da Infraero, por meio do Aeroshopping (projeto estratégico da empresa que busca o fortalecimento das atividades de varejo nos aeroportos da Rede), e também do Governo Federal. Entre os temas propostos para discussão no evento, estão as oportunidades de negócios geradas pela ampliação e construção de aeroportos e as soluções adotadas em terminais estrangeiros, que servem de modelo para o setor.

Fonte: Assessoria de Imprensa - Infraero

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Começa licitação para desmonte do Morro do Avião

Acontecerá nesta segunda-feira, 6, às 8h, no auditório da Companhia Estadual de Habitação e Obras Públicas (Cehop), a primeira fase do processo licitatório para escolha da construtora que vai realizar o desmonte do Morro do Avião no bairro Santa Maria. Dezoito empresas retiraram o edital e as interessadas em concorrer apresentarão os documentos para a fase de habilitação. Aquelas que se classificarem terão as propostas financeiras avaliadas pela Comissão de Licitação que escolherá a vencedora.  Todo o processo será concluído em 45 dias.

A obra é a primeira de uma série que serão realizadas na reforma e ampliação do Aeroporto Santa Maria na capital sergipana. No desmonte do Morro do Avião, o Governo do Estado através da Secretaria da Infraestrutura (Seinfra) vai investir mais de R$ 22.797.694,00 na remoção de cerca de 1,3 milhões metros cúbicos de terra e na canalização da água que desce da encosta para evitar a erosão do material aproveitado.

Segundo o secretário Valmor Barbosa, no convênio assinado com a Infraero para Reforma e Ampliação do Aeroporto, o Governo do Estado ficou responsável pela elaboração dos projetos básicos e executivos do novo terminal de passageiros, da pista de pouso e pecolagem. “Além dos projetos, o Estado irá executar as obras de desmonte do Morro do Avião e do novo anel viário, ficando a cargo da Infraero a ampliação da pista e a construção do novo terminal de passageiros. Para o anel viário também já iniciamos o processo de escolha da construtora e no dia cinco de setembro às propostas serão abertas”, destacou Valmor.

O secretário informou também que o Governo do Estado investirá R$ 23.195.061,00 no primeiro trecho do novo anel viário que vai da Avenida Padre Arnóbio de Melo (Santa Tereza) até a Avenida Alexsandro Alcino Porto (Santa Maria) e parte da Avenida José Menezes Prudente também no Santa Tereza.

Fonte: ASN

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

1º/8 - Inaugurada reforma e ampliação do Aeroporto de Natal

   A Infraero entregou na manhã desta quarta-feira (1º/8) a reforma e modernização do Aeroporto Internacional de Natal/Augusto Severo (RN). A obra, em que foram investidos R$ 16,4 milhões, contemplou entre as melhorias novas salas de embarque e desembarque, a instalação de dois novos elevadores, duas novas escadas rolantes na área de desembarque, revitalização dos sanitários e 12 novos balcões de check-in.
 
    No início de julho, foi realizada a entrega em operação assistida das melhorias para o Augusto Severo. No período, as operações do aeroporto foram monitoradas para ajustes finais e testes das novas condições do terminal. A inauguração marca a conclusão bem-sucedida dos trabalhos de reforma e ampliação, que foram iniciados no primeiro semestre de 2011.
 
    Com a reforma, as empresas aéreas ganharam novos espaços para atividades de escritórios e as lojas comerciais foram realocadas ao longo do terminal, onde podem oferecer seus serviços com ainda mais conforto e segurança. Os serviços de caixas eletrônicos também foram reposicionados para o interior do terminal. Com as novas instalações, o terminal de passageiros passa a ter capacidade operacional de 5,8 milhões de embarques e desembarques anuais.

      A cerimônia de inauguração, contou com a presença da governadora do Estado do Rio Grande do Norte, Rosalba Ciarlini, e autoridades civis e militares. Na solenidade, o superintendente da Regional Nordeste, Fernando Nicácio, enfatizou o atendimento da demanda do estado com as reformas. “Entregamos hoje um Augusto Severo preparado para novas demandas. No que depender da Infraero, o Rio Grande do Norte continuará crescendo e prosperando”, pontuou Nicácio.

      A governadora Rosalba Ciarlini, por sua vez, agradeceu o empenho da Infraero nas obras do aeroporto. ”O presidente da Infraero, Gustavo do Vale, prometeu e cumpriu. Agradecemos a ele e a todo o valoroso corpo gerencial da Infraero pela condução firme e transparente do processo, garantindo um equipamento adequado, modernizado e à altura da tradição turística do Rio Grande do Norte”, afirmou.
 
Fonte: Assessoria de Imprensa - Infraero