quarta-feira, 30 de maio de 2012

Piloto de helicóptero se perde e faz pouso de emergência em Maringá

Um helicóptero fez um pouso de emergência por volta das 10h30 desta terça-feira (29), nas margens da rodovia PR-317, no trevo de Maringá, na região norte do Paraná. Segundo a concessionária que administra a via, o piloto se perdeu devido a um problema no GPS da aeronave.

Quase sem combustível e sem saber onde ficava o aeroporto mais próximo, ele decidiu pousar na lateral da pista para pedir informações.

O pouso não interrompeu o tráfego e um agente da concessionária foi até o helicóptero para informar a localização do aeroporto de Maringá para que o piloto pudesse seguir viagem.

Fonte: G1

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Mulher piloto diz que expulsou passageiro por segurança de voo

A piloto Betânia Porto Pinto tem quase 20 anos de carreira, e mais de nove mil horas de voo. E pela primeira vez determinou que um passageiro do avião que comandava se retirasse após um comentário. “Ele afirmou que faria uma reclamação para companhia, para informar quando fosse uma mulher comandante, para ele ter a opção de não embarcar”, contou a piloto ao Fantástico.

A piloto explicou que ordenou a retirada do passageiro por uma questão de segurança. “Se acontece qualquer coisa, uma rajada, se acontece uma turbulência, que ele sinta desconfortável e entra em pânico, ele pode colocar um avião com 100 pessoas inteiro em pânico dentro da aeronave”, diz. A Polícia Federal foi chamada para retirar o passageiro.

Azul vai anunciar fusão com a Trip

A Azul Linhas Aéreas, terceira maior empresa aérea do Brasil, vai anunciar amanhã uma fusão com a Trip Linhas Aéreas, maior companhia aérea regional da América do Sul. 

Segundo pessoas ligadas às empresas, os acionistas da Azul terão 80% da companhia resultante da fusão e os da Trip, 20%. O nome Trip deixaria de existir e a equipe sediada em Campinas vai para Barueri, onde está a Azul. Procurada, a diretoria de comunicação da Azul não deu retorno.
 
O presidente da Trip, José Mário Caprioli, deve ganhar um assento no conselho administrativo da Azul, que reúne o ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles, executivos da empresa e representantes dos fundos de investimento da empresa.

De acordo com especialistas do mercado, o namoro da Azul com a Trip é antigo, mas o acordo passou a ser costurado há seis meses. Contou a favor o fato de as duas usarem as mesmas aeronaves, Embraer e ATR, e a obstinação da Azul de expandir sua atuação na aviação regional, já que é difícil brigar com a TAM e a Gol nas grandes cidades.
 
Somadas, Azul e Trip têm 14% de participação de mercado. Ainda é pouco perto das fatias da TAM, com 39,42% no primeiro trimestre de 2012, e da Gol, com 34,30%. No ano passado, a TAM negociou a intenção de adquirir 31% do capital da Trip, mas não chegou a uma decisão – desde 2004 as duas empresas têm um acordo de compartilhamento de voos. 

Fonte: EXAME

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Obras nos aeroportos para Copa 2014

Adequar a infraestrutura aeroportuária para a crescente demanda de usuários do transporte aéreo é, atualmente, um dos desafios enfrentados pelo país, que sediará em 2014, a Copa do Mundo de Futebol, que deve receber mais de 500 mil turistas.

Das 31 obras previstas em aeroportos para a Copa do Mundo da FIFA 2014, cinco (16%) já estão prontas. São duas em Guarulhos (SP), além de intervenções em Campinas (SP), Porto Alegre (RS) e Cuiabá (MT). Treze obras, que correspondem a outros 42% do total, estão em andamento. Há seis em fase de licitação e sete na etapa de elaboração de projetos. Os dados constam do Terceiro Balanço do governo federal referente aos empreendimentos da Copa do Mundo, com informações consolidadas em abril de 2012 e divulgado nesta quarta-feira, 23.05.

As iniciativas atualmente em curso abrangem dez das 13 cidades: Belo Horizonte, Brasília, Cuiabá, Curitiba, Manaus, Natal, Porto Alegre, Rio de Janeiro, São Paulo e Campinas. A previsão é de que até o fim do ano que vem 84% dos empreendimentos (26) sejam concluídos. Os cinco últimos tem previsão de finalização no primeiro semestre de 2014. As obras incluem novos terminais de passageiros, módulos operacionais, ampliação de pistas e pátios de aeronaves, além de novas torres de controle.

Ao todo, são R$ 7,35 bilhões em investimentos, com R$ 3,73 bilhões em recursos federais e R$ 3,61 bilhões em aportes privados, a partir das concessões dos terminais de São Gonçalo do Amarante (RN), Guarulhos (SP), Campinas (SP) e Brasília (DF). A previsão é de que a capacidade dos 13 aeroportos salte de 141 milhões de passageiros por ano (dados de 2011) para 259 milhões de passageiros ao ano em 2014.

No caso do aeroporto de Aracaju a expectativa é de não recebermos a notícia de congelamento da reforma e ampliação com a desculpa de que por não ser sede e nem tão pouco sub-sede, está obra ficará para depois da Copa.

É verdade que o governo tem se desdobrado e muito para conseguir realizar a obra inclusive tem feito a sua parte que é a construção do anél de acesso ao aeroporto construíndo e ampliando avenidas, canais e urbanizando a área no entorno.

Para o sucesso deste trabalho é preciso que o setor público promova investimentos e coloque em prática um marco regulatório. Tal missão também é compartilhada pelas empresas privadas, que precisam investir em ampliação da frota e na qualificação da mão de obra.
Uma missão difícil e que se não cuidada agora, nossa nação que tem o título de "País do Futebol" passará o maior vexame do século.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Helicóptero do Governo da Bahia.

O governador da Bahia, Jaques Wagner (PT), está voando com um helicóptero novo – e personalizado. O governo baiano deu ao aparelho o prefixo PR GJW, que corresponde às iniciais “governador Jaques Wagner”. 

O modelo EC-135, que custou 13,6 milhões de reais, foi negociado com intermediação do senador eleito Jorge Viana (PT-AC). Presidente do conselho da Helibras, a fabricante do aparelho, Viana só deixou a empresa para concorrer ao Parlamento. Governos de oposição também foram ás compras na Helibras. 

O governo de São Paulo, chefiado pelo PSDB, adquiriu um aparelho idêntico ao baiano, mas pagou 21.000 dólares menos e deu a aeronave um prefixo institucional:PR GSP.




 Fonte: Helicópteros Brasil

sábado, 19 de maio de 2012

Gol e Passaredo melhoram parceria em rotas regionais

A Gol e a Passaredo Linhas Aéreas anunciaram a assinatura de um novo acordo Interline de longo prazo, a fim de oferecer mais benefícios aos seus clientes. O acordo prevê, ainda, a exclusividade em operações regionais. “Com o novo acordo, a malha regional será desenvolvida e operada pela Passaredo, que atuará em mercados de média e baixa densidade conectados com trechos operados pela  GOL”, destaca Constantino de Oliveira Júnior, presidente da GOL. “Nossas redes de linhas serão aprimoradas para proporcionar melhor conectividade, o que vai tornar as viagens mais convenientes aos passageiros”.

 
Por meio do Interline, a Gol passou a oferecer a seus clientes a opção de voar para os destinos Araguaína, Alta Floresta, Pampulha – BHZ, Barreiras, Carajás, Ji-Paraná, Juazeiro do Norte, Londrina, Cascavel, Ribeirão Preto, Rondonópolis, Vitória da Conquista, São Jose do Rio Preto, Sinop e Uberlândia. Os clientes provenientes de voos operados pela Gol em conexão para os voos da Passaredo podem realizar o check-in apenas uma vez e despachar sua bagagem até o destino final.

Bilhetes para os destinos conectados já estão disponíveis para venda.

Mais informações podem ser encontradas no website da Gol (www.voegol.com.br) ou por meio da Central de Relacionamento com o Cliente (0300 115 2121).

Fonte: Mercado e Eventos

Brasil já teve 53 acidentes aéreos de pequeno porte em 2012

Acidente com o helicóptero da Polícia Civil em Goiás, que matou 8 pessoas envolvidas na investigação de uma chacina no estado, no dia 08, ainda não foi incluído na estatistica.

O número de acidentes aéreos no país envolvendo aviões de pequeno porte e helicópteros chegou a 53 entre janeiro e maio (até o dia 02, o que significa um a cada 2,3 dias).

No ano passado, quando houve um pico no número de ocorrências, foram registrados 158 casos contra 110, em 2010. Os números indicam que o país caminha este ano para repetir a marca preocupante de 2011.

O acidente com o helicóptero da Polícia Civil em Goiás, que matou 8 pessoas envolvidas na investigação de uma chacina no estado, no dia 08, ainda não foi incluído na estatistica.

Para especialistas e fontes do setor, apesar do crescimento do número de operações (voos) e aeronaves, os dados indicam a existência de falhas, tanto no lado da fiscalização, nas mãos da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e da prevenção, a cargo do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aéreos (Cenipa).

— Houve um aumento quantitativo de acidentes e o número é significativo, apesar do crescimento da aviação — disse Carlos Camacho, diretor de Segurança de Voo do Sindicato Nacional dos Aeronautas.

Para agravar a situação, o Cenipa — que ficou apartado da Anac na reestruturação do setor e criação da Secretaria de Aviação Civil (SAC) — não se entende com a Agência. O helicóptero acidentado em Goiás trouxe à tona a discussão sobre a atuação das autoridades públicas, pois a oficina que fez a inspeção na aeronave (a Fênix Manutenção e Recuperação de Aeronaves Ltda) teve as atividades suspensas pela Anac no começo do mês devido a irregularidades (mecânicos não habitados e ferramentas vencidas e inadequadas). Mas a Agência apenas publicou a decisão no site oficial, sem dar grande publicidade ao fato.

Para o brigadeiro J. Carlos, ex-dirigente da Infraero e com vasta experiência no setor, o problema é de segurança pública. Ele defende que haja uma maior publicidade de ações como essa para que os clientes sejam informados.
— Não basta suspender as atividades. Como não dá para lacrar o estabelecimento (porque se trata de um angar) tem que colocar aviso na porta e informar ou obrigar a empresa que está sendo punida a informar os clientes que não tem autorização do órgão regulador para funcionar — disse J. Carlos.

Segundo ele, há cerca de duas mil oficinas de manutenção espalhadas pelo país, especializadas em componentes de avião, motores e equipamentos eletrônicos. A frota de aeronaves, de acordo com dados da Anac, é de 7.362, incluindo pequenos aviões privados, táxi aéreo e aviões comerciais.

Para fiscalizar o setor, a Anac conta com um efetivo de 440 servidores, lotados da Superintendência de Aeronavegabilidade, sediada em São José dos Campos. E, segundo fontes, a maioria deles é voltada ao trabalho de inspeção da Embraer, que precisa ter produtos (aeronaves e peças) certificados.
Na visão de Camacho, a Anac não tem quadro e infraestrutura suficiente para fiscalizar e supervionar suas próprias ações.

— O que ocorreu com o helicóptero em Goiás é um exemplo. A Anac foi lá e suspendeu temporariamente a licença da oficina, mas o estabelecimento continuou funcionando normalmente — disse.

Ele lembrou que o antigo Departamento de Aviação Civil (DAC), que foi substituído pela Anac em 2006, além de fiscais e inspetores suficientes o número de operações na época, utilizava a infraestrutura da FAB em todo o pais para ajudar nos trabalhos.

J. Carlos destacou, ainda, que há um problema de ordem jurídica que o Executivo ou Legislativo precisam resolver: esclarecer qual é o papel do Cenipa e da Anac, nas áreas de prevenção e fiscalização. Na avaliação dele, não é possível fazer um bom trabalho se essas duas áreas caminham em sentidos opostos e dentro de esferas diferentes. Com a criação da Secretária de Aviação Civil (SAC), a Agência saiu do esfera da Defesa, mas o Cenipa permaneceu porque é vinculado à Aeronáutica.

A presidente do Sindicato dos Aeroviários, Selma Balbino, afirma que tem recebido denúncias de mecânicos de voo, mas que não adianta encaminhar as suspeitas porque a Anac não apura os fatos.
— Brigamos tanto pela criação da Anac, mas estamos desencantados. Será que vai precisar acontecer um fato grave para que a omissão da Anac venha à tona? — questionou ela.

Selma citou como exemplo um avião da Webjet que um checador da própria agência tirou de circulação por falta de condições de segurança, há cerca de cinco meses, mas que três dias depois estava no ar por determinação "da chefia". Disse também que a Trip não tem mecânicos nas bases em pequenas cidades, como Ilhéus, Porto Seguro e Aracaju e que quem tem feito o trabalho são mecanicos auxliares que não têm carteira para assinar livro de bordo. Contou ainda que um avião da TAM (prefixo PPMZN), um dos mais antigos da frota da companhia, tem apresentados panes constantes e por isso, precisaria passar por inspeção completa, o que implicaria na retirada da aeronave de operação, mas nada foi feito nesse sentido.

A assessoria de imprensa da Trip informou que a empresa tem mecânicos e auxiliares treinados de acordo com o padrão dos fabricantes de suas aeronaves em todas as bases requeridas pelo órgão regulador. Segundo a TAM, o a aeronave não apresentou pane "crítica" neste ano:
"O equipamento mencionado não registrou nenhuma ocorrência crítica em 2012 e sua performance técnica está alinhada com o restante da frota da TAM, cujo índice de atrasos pro razões técnicas é menor do que 1%", diz a nota da companhia.

A assessoria de imprensa da Anac informou que a fiscalização é uma de suas principais prioridades. Informou, ainda, que a Agência realizou 23.975 ações de fiscalização em 2011, sendo que 61% delas foram relativas à segurança. Ainda de acordo com a Anac, apesar da alta no número de acidentes, eles são de menor gravidade.

Fonte: Agência O Globo via d24am

terça-feira, 15 de maio de 2012

Formação de pilotos – Azul financia custos

A Azul lançou um curso de formação de pilotos e comissários denominado Academia de Serviços Azul (ASA). Segundo a empresa, trata-se de um programa para acelerar o processo de formação dos profissionais da área. Embora a contratação não esteja garantida, a expectativa é que todos os profissionais formados passem a integrar a equipe da empresa após o curso. A primeira turma deve formar 25 comissários e 20 pilotos e as aulas começam nos meses de junho e julho. 

“A academia visa formar capital humano para trabalhar na empresa no futuro”, diz o diretor de comunicação e marca da Azul, Gianfranco Betting. “A aviação brasileira não vem formando profissionais de acordo com o mercado. Já estamos precisando de pessoal qualificado para fazer parte da tripulação da Azul”, diz o presidente da empresa, David Neeleman.

O curso para pilotos oferecido em parceria com a EJ- Escola de Aeronáutica Civil durará dez meses e será realizado de segunda a sexta no período da manhã e da tarde. Ele é composto de quatro etapas. A primeira, que exige a presença em um curso teórico e realização de exames exigidos pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) dentre outros requisitos, culmina numa avaliação de potencial de voo da Anac, tem custo de R$ 4,910 e deve ser totalmente custeada pelo aluno. Para as outras etapas, com custo avaliado em R$ 81.670 (sem acomodação e alimentação), será possível obter um financiamento de até 60 meses, com taxas de 1,89% ao mês, com o banco Santander.

Apesar do alto custo, de acordo com o presidente da Azul, caso um aluno se destaque e não tenha como arcar com o valor, a empresa poderá oferecer uma bolsa de estudos. A expectativa é que o aluno tenha como arcar com parte do financiamento após ser contratado pela empresa. O curso será realizado em Itápolis (SP). O curso de formação de comissários terá duração de quatro meses, curso médio de R$ 2 mil e será realizado em Barueri (SP).

“Nossa expectativa é que qualquer pessoa no Brasil que queira ser piloto possa ser”, diz Neeleman. Questionado sobre o alto custo do curso – durante os dez meses o estudante terá que arcar com parcelas de cerca de R$ 2 mil – ele disse que a empresa não quer ganhar dinheiro com a empreitada, mas formar profissionais qualificados. “Vamos formar um número de profissionais que atenda às nossas necessidades de mercado, não estamos criando profissionais para a concorrência”, diz.

Serviço
As inscrições para o curso de formação de pilotos e comissários da Azul estão abertas e vão até o dia 20 de maio e podem ser feitas pelo site.
Os candidatos para curso de pilotos precisam ter 18 anos, ensino médio e inglês intermediário. Para comissários, não é exigido inglês. O processo de seleção para os dois cargos é composto de duas avaliações.

Fonte: portal avioesemusicas.com

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Calculando Altitude e Densidade

A altitude densidade é um importante parâmetro meteorológico, causa principal ou contribuinte de muitos acidentes aeronáuticos. A imperícia de alguns pilotos, por não conhecerem bem esse fator, a imprudência por não respeitarem os limites da capacidade dos aviões ou ainda a negligência podem levá-los a riscos desnecessários e até mesmo a acidentes fatais.

É a altitude de pressão (altitude na atmosfera padrão) corrigida à temperatura não padronizada  (fora da atmosfera padrão) ou, em outras palavras, é a correlação da performance da aeronave com a densidade do ar.
 
Ficou estabelecido que, no nível médio do mar, com as condições padrão de temperatura (15ºC) e pressão (1013,2 hPa), a altitude densidade é zero.
Os principais fatores que afetam a AD são a altitude, temperatura e umidade do ar. Quanto maior a altitude e mais quente estiver a temperatura ambiente, menor será a densidade do ar e, consequentemente, maior a AD.

Por exemplo: um aeroporto situado ao nível do mar pode estar com uma grande altitude densidade em um dia muito quente e com pressão baixa. Neste dia será necessário que um avião - ao decolar - percorra mais pista. Há uma escala (chamada comumente "envelope") no avião que nos dá a altitude de densidade para cada momento da decolagem.
 
No limite leva o piloto a tirar peso no avião ou a escolher uma pista com maior comprimento(maior TORA) ou simplesmente a não efetuar o vôo naquelas condições.
 
Fórmula para Calcular Altitude Densidade
AD = AP + 100 x DT
Onde:
DT = diferença entre a temperatura lida e a temperatura ISA.
AD = altitude densidade
AP = altitude pressão
100 = constante
Exemplo: para uma altitude pressão a 2.000 pés , a temperatura lida é de 15ºC e temperatura ISA de 11ºC, portanto uma variação de 4ºC, temos: AD = 2.000 x 4 = 2.400 ft.
Em Suma:
TAT > ISA » AD > AP = atmosfera mais quente/pressão mais baixa
TAT < ISA » AD < AP = atmosfera mais fria/pressão mais alta 
 
Calculando no Computador de Voo:
Ajuste a temperatura de 15ºC na janela TEMPERATURA, com a altitude de 2.000 pés ajuste na janela ALTITUDE PRESSÃO. Confira o resultado na janela de ALTITUDE DENSIDADE conforme desenho abaixo.
 
 
 
Fontes: oaviao.com, Livro Navegação Visual e Estimada, Titus Roos, Wikipédia.
 

domingo, 13 de maio de 2012

Boeing da Vasp que será espaço de festas chega sobre rodas ao interior

Com três horas a mais que o previsto anteriormente, chegou, no início da noite deste sábado (12) a Araraquara (SP), o Boeing 737, arrematado por um morador da cidade em um leilão de massa falida da extinta Vasp, em fevereiro deste ano. Com entusiasmo, Edinei Capistrano, de 57 anos, piloto há 20, recebeu a aeronave de 25 toneladas ao lado da mulher, a esteticista Marlene Mendonça, e disse que o trabalho para colocar o avião em funcionamento como um espaço de eventos só está no começo.

A estrutura com 28 metros de comprimento em que foram gastos R$ 133 mil na compra, foi transportada de São Paulo até Araraquara em um caminhão escoltado pela Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). A viagem que teve início na madrugada de sexta-feira (11) chegou ao fim por volta das 18h deste sábado, devido à chuva que atingiu a região.

Até a manhã deste domingo (13), o Boeing ficará estacionado próximo a um pátio da Polícia Rodoviária, na Rodovia Washington Luís. De lá, ele seguirá até o distrito de Bueno de Andrada, onde uma área com 13 mil metros quadrados o espera. Dois guindastes serão usados para retirá-lo da carreta e colocá-lo ao solo. As turbinas, o leme e a cauda chegaram de caminhão ao local no início desta semana.

Plano
Ao todo, 20 pessoas formaram a equipe responsável desde o desmonte da aeronave no aeroporto de Congonhas até a sua chegada ao interior do Estado. As asas ocuparam uma segunda carreta, que também viajou no comboio. A operação custará o dobro do valor pago pelo Boeing.

Segundo o diretor responsável pelo transporte, Henrique Fernandes, foram feitos um estudo preliminar sobre as dimensões da estrutura, vistorias em Congonhas, além de um estudo de três trajetos até a saída da aeronave de São Paulo. “O maior entrave foi deixar o aeroporto e chegar até a Rodovia Bandeirantes. De lá para cá, o percurso foi tranquilo”, diz.

Viajando a uma velocidade média de 40km/h, a chuva deste sábado atrasou os planos da equipe, que esperava chegar a Araraquara por volta das 12h. “A previsão da saída do km 28 da Bandeirantes era às 6h desta manhã, mas saímos com três horas de atraso por causa do tempo e precisávamos da liberação da Polícia Rodoviária para seguir viagem”, afirma Fernandes.

Acostumado a transportar equipamentos de grande porte e até mesmo aviões, Fernandes conta que se surpreendeu desta vez quando uma motorista de um carro, ainda em São Paulo, achou que tivesse havido um acidente com a aeronave. “Ela vinha atrás do caminhão, sem ter como ultrapassar, e disse que não sabia o que tinha acontecido com o avião e perguntou se ele havia caído”, diverte-se.

Projeto
Ao invés de ocupar os ares, o Boeing 737 vai compor agora um espaço de eventos em Araraquara, mas com o intuito de preservar a história da aviação.

Na área em que ficará, segundo Capistrano, haverá um estacionamento, playground e vários salões para festas. “O avião poderá ser visitado e ficará no centro. As pessoas no máximo poderão cantar o parabéns”, explicou. Não há uma data para a inauguração do local, mas as peças começarão a ser montadas nos próximos dias.

O ex-comandante, no entanto, admite nunca ter trabalhado com eventos. “Nunca fiz isso na minha vida, mas a gente aprende de tudo. Os trabalhos vão depender de vários investimentos. Precisamos fazer tudo com cautela para surpreender as pessoas”, afirma Capistrano, que hoje atua como piloto executivo.

Um dos ex-comandantes da Vasp e amigo do dono do Boeing, Milton Soares de Oliveira, acompanhou a chegada da fuselagem. “Pilotei aviões como estes por 13 anos da minha vida e acho interessante se preservar sua memória dessa forma. Este é o último exemplar de uma era da aviação brasileira”, disse Oliveira.
 
Fonte: G1
 


 

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Esportes aéreos: Vôo a vela

Para algumas pessoas, é assim que começa a paixão por voar.

 
 
Também é um ótimo caminho para ganhar experiência (os famosos "pé e mão"), além de poder abater horas nas formações de PP e PC.
 
O vôo a vela teve desenvolvimento acentuado no período de 1920 a 1940 na Alemanha, se tornando uma atividade altamente competitiva e tecnologicamente avançada. O planador foi o primeiro tipo de aeronave a fazer uso em larga escala de materiais compostos para sua construção já na década de 1960, além de fomentar o desenvolvimento cada vez mais refinado de aerodinâmica avançada e eletrônica embarcada.

Os primeiros computadores eletrônicos de planeio surgiram nos anos 1970, e já em 1992 teve início o uso de aparelhos receptores de GPS's portáteis nos cockpits de planadores de competição. Em 1995 o uso de GPS já era generalizado nesse esporte ao redor do mundo, inclusive no Brasil, tanto com GPS's portáteis como também com os chamados Flight Data Recorders (FDR) ou Registradores de vôo GPS acoplados aos computadores eletrônicos de planeio.
 
Modalidades de Voo
Térmicas - Embora existam muitas modalidades de voo a vela, a mais comum é esta que utiliza as correntes ascendentes de origem convectiva para incrementar ou manter sua altitude. O vôo em Térmicas é também a modalidade mais utilizada pelas grandes aves, como os urubus, cegonhas, condores, albatrozes, águias e gaviões para deslocamentos a grandes distâncias desde tempos imemoriais.

Voo de colina - Em que o piloto utiliza o vento que vai de encontro a uma colina (chamado de corrente orográfica), subindo e elevando consigo o planador. Esse vôo é sempre realizado a barlavento da colina, pois do outro lado a corrente de ar é descendente. (Veja o artigo: voo de colina). Essa modalidade é usada também pelas aves em geral.

Onda estacionária - Em que se alcançam altitudes muito elevadas nas quais se podem atingir distâncias realmente grandes. O atual record mundial de distância de 3.009 km foi batido nestas condições, na região dos Andes Argentinos em 2003.
 
Voo dinâmico - Executada principalmente por certas aves marinhas como o albatroz, esta modalidade aproveita o diferencial de energia criado pela zona de atrito entre diferentes massas de ar.

Experimentada em planador nos anos 80 pelo piloto australiano Ingo Renner, esta modalidade ainda é muito pouco explorada pela comunidade volovelística, mas novos projetos de planador visam contemplá-la.
No Brasil
O Vôo em Térmicas é a modalidade mais difundida no Brasil e no mundo.
Embora não seja um esporte de massa, o vôo a vela no Brasil é mais difundido nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste.

Em termos meteorológicos, as melhores condições para vôos de distância no Brasil estão nas seguintes áreas:
Noroeste do Rio Grande do Sul; Centro e Norte do Estado de São Paulo; Planalto Central ( Formosa e Luziânia, GO). Na região Nordeste do Brasil, é o sul do Ceará e Piauí, oeste de Pernambuco e Oeste da Bahia, em especial a região do chamado Espigão mestre, cujo coração é a cidade de Luis Eduardo Magalhães-BA, onde existem as melhores condições do país. Essa cidade, conhecida também como "LEM", sedia o único clube de planadores no Nordeste do Brasil e realizou com sucesso o Campeonato Brasileiro de 2010.

Pilotos de outras regiões do país constumam organizar expedições volovelísticas anuais para explorar as áreas mais remotas do Nordeste onde não existem clubes. Em uma destas, foi batido o último recorde nacional de distância, com mais de 1000 km voados pelo piloto Thomas Milko, do Aeroclube Politécnico de Planadores, Jundiaí no ano de 2002, permanecendo por enquanto o maior voo feito em território nacional.
 
É no Estado de São Paulo que concentra-se o maior número de clubes e praticantes, onde também foram batidos a maior quantidade de records de distância e velocidade ao longo dos anos.
 
Aeroclube Politécnico de Planadores, Jundiaí é o mais antigo clube do país, fundado em 1934, dedicado apenas ao vôo a vela. Os aeroclubes mais ativos no esporte incluem também os Aeroclubes de BauruSão José dos CamposRio ClaroTatuíMaríliaAcademia da Força Aérea e o de Bebedouro em SP, este último tradicional sede dos campeonatos brasileiros; Ponta Grossa e Balsa Nova no PR; Formosa e Luziânia no planalto Central, GO; Palmeira das Missões, RS; BlumenauRio Negrinho e São Miguel do Oeste em SC;Aeroclube Mineiro de Planadores em Pará de Minas e Juiz de Fora, MG, entre tantos outros.
 
Fonte: Portal Tripulação 

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Aeronáutica descarta risco com avião da TAM em manobra evasiva

A Aeronáutica informou ontem que não houve risco de colisão no episódio em que um avião da TAM teve de realizar uma manobra evasiva após equipamentos terem detectado a presença de outra aeronave na mesma rota.

O caso ocorreu na noite de 24 de junho, quando o voo JJ3717, que decolou de Brasília (DF), com 171 passageiros, se aproximava do aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo. De acordo com a TAM, o TCAS, equipamento anticolisão, alertou sobre outra aeronave na mesma rota.

O coronel Frederico Moretti, chefe do serviço regional de proteção ao voo, afirma que a apuração da Aeronáutica, que será divulgada na semana que vem, relata que as duas aeronaves envolvidas estavam a uma distância de aproximadamente 5 km - o que é considerada uma distância segura.

Fonte: Portal Tripulação 

sábado, 5 de maio de 2012

Como o Helicóptero Pode Voar

O helicóptero é um aparelho capaz de levantar voo na vertical por possuir uma hélice na parte superior, que funciona como propulsor.

Quando o motor é ligado, a hélice principal gira, impulsionando o ar para baixo. Pelo princípio da ação e reação, o ar aplica na hélice uma força de reação para cima; a diferença de pressão gerada por ela devido a passagem do ar mais velozmente sobre ela do que abaixo gera diferença de pressão e a união deste dois efeito é o que faz o helicóptero subir.
 
Qualquer variação da velocidade angular da hélice produz uma variação de seu momento angular, que é a grandeza física que relaciona a massa de um corpo ao redor de um eixo de rotação com a sua velocidade angular.

A rotação da hélice principal tende a girar todo o corpo do helicóptero devido ao torque das forças de propulsão. Para resolver esse problema, os helicópteros são equipados com uma hélice lateral, localizada na cauda do aparelho. Esta, ao girar, empurra o ar e, pelo princípio da ação e reação, o ar empurra a hélice no sentido contrário. Esse “empurrão” anula o giro do corpo do helicóptero, estabilizando o movimento do aparelho.
 
Existem helicópteros dotados de duas hélices principais, não possuindo a hélice lateral. Nesse caso, a estabilidade do equipamento acontece porque as duas hélices giram em sentidos contrários uma da outra, evitando a rotação do corpo do aparelho. O helicóptero é um aparelho capaz de levantar voo na vertical por possuir uma hélice na parte superior, que funciona como propulsor.


Fonte: Por Kléber Cavalcante (Graduado em Física- Equipe Brasil Escola)

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Gol é autorizada a cortar 1 dos 4 comissários de 30% de seus aviões

A Gol foi autorizada a usar três comissários, em vez dos quatro habituais, em voos com aeronaves Boeing 737-700, que correspondem a cerca de um terço da frota atual  e com os quais realiza a maioria de seus voos nacionais. Atualmente, a empresa possui 43 aviões do modelo.A medida já foi adotada em um voo recente, segundo relato feito por um leitor do G1 e confirmado pela Gol.

Segundo a companhia aérea, a redução do número de comissários foi autorizada pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) após a realização de testes de segurança. Até 2010, o número de comissários necessários a bordo no Brasil levava em conta o número de saídas de emergência da aeronave, mas a norma foi modificada e, desde então, para que a empresa seja certificada a operar com menor número de comissários, a Anac exige testes de evacuação.

A agência informou que a demonstração de evacuação de emergência foi realizada pela Gol em 31 de outubro de 2011 e que, após análises internas, a companhia foi autorizada a utilizar três comissários no Boeing 737-700. A data da homologação não foi divulgada.

A empresa diz que tomou a medida como forma de cortar gastos e que já havia informado, em 2011, que ela estava em estudo. Em nota enviada ao G1, a Gol informa que "vem estudando alternativas que visem a sustentabilidade de suas operações. Dentre as medidas tomadas, a companhia já recebeu homologação da Agência Nacional de Aviação Civil para operar com três comissários em suas aeronaves Boeing 737-700, que correspondem a cerca de 30% de sua frota, considerando a frota da Gol e Webjet combinadas".

Desde o início do ano, após a divulgação de balanço financeiro no qual apresentou prejuízo de cerca de R$ 700 milhões em 2011, a empresa divulgou cortes na tripulação e no número de voos para reduzir os custos. Em 12 de abril, a companhia suspendeu o serviço de bordo e o cliente tem de pagar por sanduíches, snacks ou bebidas quentes, cervejas, refrigerantes e sucos, entre outros. A água será dada ao cliente, segundo a Gol, caso ele peça.

Nesta sexta-feira (4), a Gol divulgou que teve um prejuízo líquido no 1º trimestre de 2012 de R$ 41,4 milhões.
Na nota enviada ao G1 sobre o corte de comissários a bordo, a Gol diz que, para colocar em vigor a medida, "é necessário treinar sua tripulação nos procedimentos do novo formato" e que "esta já é uma prática adotada internacionalmente e é realizada de modo a garantir os altos níveis de segurança de seus clientes e colaboradores, item prioritário de sua política de gestão".

Sindicato critica
"As empresas estão diminuindo cada vez o número de tripulantes. Comissário não é um mero bandejeiro, uma garçonete. É um profissional treinado para garantir a segurança de voo", critica Carlos Camacho, diretor de segurança de voo do Sindicato Nacional dos Aeronautas.
"Se ocorrer um acidente, um incêndio, qualquer coisa a bordo e for necesário uma evacuação, é preciso um profissional qualificado, um comissário que conheça o ambiente e saiba coordenar isso mesmo sob condições adversas, como fumaça ou fogo. Só um comissário sabe a localização das saídas de emergência e de extintores, os procedimentos para retirada de crianças e idosos e o que precisa realmente ser feito. Não é possível delegar uma função destas a um passageiro", acrescenta ele.

Para ele, "a retirada de um comissário afeta todo o voo".

"Em uma possível evacuação, uma das portas ou saída de emergência poderá contar com apenas um tripulante e haverá riscos. Em uma simulação é tudo combinado. Você usa seus melhores profissionais, treinados, para que a evacuação dê certo. Em um acidente, não tem jogo combinado. Nada acontece como esperado", critica Camacho.
 
Apesar de ter o aval para reduzir o número de tripulantes a bordo, o Gol ressalta que o procedimento ainda não entrou em operação. "É necessário treinar sua tripulação nos procedimentos do novo formato", informou em nota a Gol.

O G1 recebeu por meio do canal de interatividade Fale Conosco o relato de uma ocorrência em um voo recente em que apenas três comissários estavam presentes e foi solicitado a um passageiro que, se necessário, atuasse na remoção do restante a bordo. A Gol confirmou que o fato ocorreu, mas disse que a companhia não divulgou quando foi e nem qual o percurso afetado. Explicou que o caso foi fora do planejado porque um tripulante teve problemas de saúde e como já havia a autorização, o corte na tripulação foi realizado.

A companhia ressaltou que é um procedimento mundial a orientação de passageiros que estejam sentados na saída de emergência para que saibam operar em uma possível evacuação e que, por isso, as poltronas não são utilizadas por idosos ou crianças.

Após a divulgação do déficit no ano passado, o presidente da empresa, Constantino de Oliveira Junior, anunciou que estão sendo eliminados entre 80 e 100 voos diários (essa revisão da malha teve início em março e deve ser concluída em abril). O número equivale a 8% dos voos diários totais da Gol e da WebJet.
 
Fonte: G1


Vocalista do Iron Maiden abre empresa de aviação no Reino Unido

O vocalista da banda Iron Maiden, Bruce Dickinson, 53, abriu uma empresa de manutenção de aeronaves no País de Gales, no Reino Unido, segundo reportagem da "BBC News".

Piloto de aviões comerciais há 20 anos - ele já conduziu o avião que levou a banda durante uma turnê mundial, além de ter sido piloto comercial -, Dickinson afirma estar muito satisfeito por realizar um sonho.

A Cardiff Aviantion irá fazer manutenção em aeronaves de grandes empresas aéreas e também de clientes individuais.

Segundo o cantor, a empresa pretende criar por volta de 1.000 empregos em pouco mais de um ano.

Fonte: thecomissariosbordobrasil.blogspot.com.br

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Avião da Webjet é alvo de ameaça falsa de bomba no Recife

Uma falsa ameaça de bomba forçou um avião da Webjet a voltar para o portão de embarque momentos antes de decolar do Recife na noite de segunda-feira(23/04) e dois passageiros foram impedidos pela Polícia Federal (PF) de continuar a viagem. A aeronave seguia para o aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, às 19h40, quando recebeu um pedido da torre de controle para abortar a decolagem e voltar ao terminal do aeroporto internacional da capital pernambucana, informou a companhia aérea em comunicado.

"Os clientes foram desembarcados e, após procedimento de segurança executado pela Polícia Federal, dois passageiros tiveram seu embarque restringido, sendo o voo liberado em seguida", afirmou a Webjet. A PF confirmou o incidente, mas não deu mais detalhes da operação. "Houve uma ameaça de bomba a bordo que se mostrou falsa", disse à Reuters um oficial que preferiu não ser identificado. "A suspeita era de que esses dois passageiros tinham ligação com a denúncia", completou ele.

A companhia aérea informou ainda que o voo decolou às 22h35 para o Rio de Janeiro e que todos os clientes receberam assistência das equipes a bordo e no aeroporto. A Webjet foi comprada pela Gol em 8 de julho do ano passado por R$ 96 milhões. Juntas, as companhias possuem participação de mercado doméstico de 41,15%, segundo dados de março da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

Fonte: Reuters

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Boeing 727 é derrubado para demonstrar queda de avião de passageiros

O mistério sobre o que acontece durante a queda de um avião de passageiros está prestes a terminar: Curiosity, série do Discovery Channel, vai mostrar cada etapa da destruição de um Boeing 727. Dezenas de câmeras dentro e fora da aeronave captaram o momento em que o motor propositalmente parou de funcionar e tudo o que ocorreu em seguida.

O projeto foi realizado no Deserto de Sonora, no México, e contou com diversos equipamentos científicos, além de câmeras e microfones para captar cada cena e som ao longo da queda e colisão. Para garantir a segurança da equipe, o avião contava apenas com um piloto, que derrubou a aeronave e ejetou alguns instantes antes do impacto.

O avião levava manequins de teste para mostrar o comportamento dos corpos no momento da colisão. O projeto não tem apenas a intenção de matar algum tipo de curiosidade mórbida, mas, principalmente, criar registros para que pesquisadores e engenheiros tenham mais detalhes sobre impactos de grande porte. Assim, é possível projetar aeronaves mais seguras, tentando proteger ao máximo todos os passageiros no caso de acidentes.

O episódio ainda não tem data marcada para ir ao ar, mas as imagens devem ser publicadas ainda este ano. Segundo o Los Angeles Times, a Fox já havia tentado realizar a mesma experiência, mas o projeto acabou ficando de lado após reclamações de que os testes teriam intenções sensacionalistas e não educacionais, como é o caso da série do Discovery Channel.

Fonte: Portal Tripulação