segunda-feira, 31 de outubro de 2016

AEROPORTO DE PETROLINA (PE) COMPLETA 35 ANOS DE OPERAÇÃO


Caixas de manga, uva e mamão colhidas das terras do Vale do São Francisco estão entre as principais cargas que semanalmente decolam do Aeroporto de Petrolina/Senador Nilo Coelho (PE) para comercialização na Europa. Essa operação é realizada graças à presença do maior terminal de logística de cargas refrigeradas do país instalado no aeroporto, que completa 35 anos de operação nesta sexta-feira (28).

Essa movimentação é possível também em virtude de várias melhorias realizadas, em 2004, pela Infraero. A pista de pouso e decolagem passou a ter 3.250 metros, uma das maiores do Brasil e a segunda maior do Nordeste, apta assim a receber grandes aviões cargueiros com capacidade de até 110 toneladas. As salas de embarque e desembarque do terminal de passageiros passaram por uma modernização em 2013.

No caso do embarque, o espaço mais do que dobrou de tamanho, passando de 307 m² para 788 m² na sala de embarque. Já o desembarque, mais do que triplicou, saindo de 235 m² para 777 m², ampliando assim a capacidade de atendimento, que passou para 1, 5 milhão de passageiros por ano. No ano passado, mais de 455 mil pessoas passaram pelo aeroporto, que se integrou à Rede Infraero em 1981.

 Até então estava sob jurisdição do Ministério da Aeronáutica desde 1958. Em 2002, ganhou o atual nome em homenagem ao político petrolinense, que foi secretário estadual de Fazenda; deputado estadual e federal; governador e senador por Pernambuco.

Destinos e facilidades

A movimentação média diária é de seis pousos e decolagens comerciais regulares, de três companhias aéreas (Avianca, Azul e GOL). Os destinos dos voos que partem de Petrolina são: Campinas (SP), Guarulhos (SP), Recife (PE) e Salvador (BA). O sítio aeroportuário compreende em uma área de 4,12 milhões de m². O aeroporto está localizado a 12 quilômetros do centro da cidade e a 10 quilômetros da rodoviária.

Os passageiros e frequentadores do terminal contam com restaurante, lanchonetes, loja de vinhos e artesanato, locadoras de veículos, caixas eletrônicos, posto da Empetur (Empresa de Turismo de Pernambuco). Em todos os banheiros há box acessível a pessoas com deficiência e dificuldade de locomoção, localizados no embarque, desembarque e saguão do terminal de passageiros, que também conta com fraldário no banheiro feminino. Ainda na questão da acessibilidade, o terminal é dotado de rampas nas calçadas, piso tátil da calçada até o balcão de informações da Infraero e balcões adaptados, inclusive em lojas de concessionários. Para quem necessita de transporte, há uma cooperativa de táxi cadastrada. O aeroporto funciona 24 horas e conta com uma área de estacionamento para veículos, que é pública, com 75 vagas em frente ao terminal e mais 200 em estacionamentos provisórios.

Logística

Somente no primeiro semestre deste ano, foram mais de 1,12 milhão de toneladas de frutas enviadas para Luxemburgo e para Acra, capital de Gana, na África. Para o recebimento dessas cargas, há seis câmaras frigoríficas com capacidade de armazenamento de 17 mil caixas cada uma e dois túneis de resfriamento. Os resultados acumulados nestes primeiros seis meses indicam um aumento de 70%. No primeiro semestre de 2015 o Teca de Petrolina exportou 660.050 toneladas.

Para o superintendente do aeroporto, Moyses Barbosa, “esse crescimento mostra que a estrutura está preparada para atender às demandas de exportação de frutas da região. É um equipamento primordial, visto que essas cargas representam uma parte do que é produzido no Vale, tornando o terminal uma das principais portas de saída para o mercado internacional”. Ele avalia que essa infraestrutura adequada representa uma grande contribuição para o desenvolvimento de toda a região.

O Terminal de Logística de Carga (Teca) de Petrolina foi inaugurado em 1995. Em 2000, recebeu a habilitação para pousos e decolagens de aeronaves destinadas ao transporte de cargas internacionais, onde foi alfandegado por seis meses, passando a título permanente em 2002.

A gerente Comercial e Logística de Carga, Katiuscia Ribeiro, lembra que, atualmente, os produtos exportados na região são exclusivamente frutas, em sua maioria procedentes do Vale do São Francisco, consagrando a região como a maior exportadora de manga e uva do Brasil, com percentuais acima de 90% para cada uma. “Esse crescimento deve-se ao aumento das frequências, pois, no mesmo período, ocorreram 12 operações em 2015. Já em 2016 foram 21, representando 75% a mais dos voos da cargueira Cargolux Airlines International, que opera com uma frequência regular semanal”, lembra Katiuscia, numa referência à comparação do primeiro semestre de 2015 com o mesmo período de 2016.

História

O terminal foi construído pela prefeitura com o intuito de apoiar o Correio Aéreo Militar, que, em fevereiro de 1933, fez sua primeira aterrissagem no aeroporto.

Com o avanço do processo de urbanização, houve a necessidade, por questões operacionais e de segurança, de se mudar o local do terminal. Em virtude do potencial socioeconômico da região, motivou-se a construção de um novo aeroporto de grande porte, que teve seu projeto elaborado em 1974 pelo II Comar (Comando Aéreo Regional) e a Comara (Comissão de Aeroportos da Região Amazônica).


Fonte: Assessoria de Imprensa - Infraero

sexta-feira, 28 de outubro de 2016

O Direito Aeronáutico na Aviação


Um dos assuntos relevantes na atividade aérea nos dias de hoje, e que tem desenvolvido um papel importante para a aviação é o Direito Aeronáutico. Esse ramo da ciência jurídica trata de assuntos como: tráfego aéreo, navegação aérea, proteção ao voo, segurança de voo, registro de aeronaves, investigação e prevenção de acidentes aeronáuticos, transporte aéreo, treinamento de pessoal da aviação, indústria aeronáutica e serviços auxiliares, infraestrutura aeroportuária e aviação de segurança pública, e suas relações internacionais, como os Tratados e Convenções.

O artigo refere-se a importantes definições de alguns autores que tratam do assunto, porém observei uma característica interessante durante as pesquisas, muitos também falam do Direito Aéreo.

A respeito dessa designação, o jurista SAMPAIO LACERDA distingue a expressão Direito Aéreo como um campo de ação amplo; que abrange não só as normas relativas à locomoção aérea, como ainda as necessárias à regulamentação das diversas atividades utilizadas no espaço aéreo, alcançando as aplicações das invenções recentes: condutos elétricos, telégrafos, radiotelegrafia, radiotelefonia e a televisão.

Muito embora não exista qualquer equivalência entre o Direito Aéreo e o Direito Aeronáutico, deparei-me com mais algumas definições que são interessantes para incluirmos neste artigo.

Conforme esclarece JÔNATAS MILHOMENS: Há fenômenos que se passam no ar e que, pelo seu valor econômico e político, interessam ao direito, são objeto de regras jurídicas e, todavia, não formam substrato de Direito Aeronáutico. A legislação sobre condutores elétricos, certas normas de direito civil, penal, administrativo que objetivam fatos relacionados com a atmosfera, podem dizer-se Direito Aéreo, não porém, Direito Aeronáutico. A legislação brasileira sobre radiocomunicações (radiodifusão, radiorecepção)… não constitui, de modo algum, Direito Aeronáutico, posto que constitua Direito Aéreo.

Uma outra denominação interessante que aborda a expressão Direito Aéreo, LUIS IVANI de AMORIM ARAÚJO, descreve no seu livro que as expressões Direito Aéreo e Direito Aeronáutico não são equivalentes, não são idênticas. O Direito Aeronáutico estuda, apenas, os problemas relacionados com a navegação aérea e não as restantes atividades e aspectos que, direta ou indiretamente, se referem ao espaço aéreo (radiotelegrafia, radiofonia), as quais pertencem ao campo do Direito Aéreo.

Consequentemente, o Direito Aeronáutico estuda, as questões que têm vinculação com a navegação ou o transporte pelo ar, e não aos aspectos que estão relacionados com espaço aéreo, as quais dizem respeito ao Direito Aéreo.

E como podemos definir o Direito Aeronáutico?

Segundo JOSÉ da SILVA PACHECO, define o Direito Aeronáutico como o conjunto de normas jurídicas sobre a matéria aeronáutica, abrangente da navegação aérea, tráfego aéreo, infraestrutura aeronáutica e aeroportuária, atos e serviços, direta ou indiretamente, relacionados ao voo de aeronaves.

Tito Ballarino e Silvio Busti, entende o Direito Aeronáutico como a disciplina que estuda as leis que regem a atividade e as coisas – principalmente aviões e instalações do aeroporto – que constituem os elementos fundamentais.

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

IV Semana de Qualidade da Informação do Transporte Aéreo


A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) vai promover na cidade de São Paulo (SP), entre os dias 7 a 11 de novembro de 2016, a IV Semana de Qualidade da Informação do Transporte Aéreo. O evento tem como principal objetivo contribuir para a melhoria da qualidade das informações relacionadas ao acompanhamento do mercado de transporte aéreo no Brasil. Os interessados devem efetuar a inscrição até o dia 30/10/2016, no Portal de Capacitação da ANAC.

 O evento será composto por uma cerimônia de abertura e 8 painéis, nos quais serão debatidos os procedimentos de apresentação à ANAC dos dados estatísticos de voos, dados de alterações e cancelamentos de voos, autorização de horário de transporte, dados de tarifas aéreas comercializadas, demonstrações contábeis e informações requeridas por organismos internacionais, além dos dados sobre transporte de passageiros com necessidades de atendimento especial. As inscrições são gratuitas e feitas por painel, com número limitado de vagas.

 Os destaques desta edição são: esclarecimentos sobre a Resolução n° 280/2013, a respeito de procedimentos relativos à acessibilidade de passageiros com necessidade de assistência especial no transporte aéreo; a implementação do portal para o registro de Tarifas Aéreas e a substituição da Portaria nº 804/SRE/2010; revisão da Portaria nº 2.148/SRE/2014, que trata das demonstrações contábeis a serem apresentadas à ANAC; a revisão da Resolução nº 191/2011 que trata do fornecimento de dados estatísticos de voos; e a proposta de norma de registro de serviços aéreos, que altera o sistema de acesso ao mercado.

 Serão abordados os principais aspectos da regulamentação vigente e a importância do aprimoramento de controles internos, processos e sistemas automatizados nas empresas. Os participantes poderão esclarecer as suas dúvidas e apresentar sugestões para a revisão dos normativos.  

 Além da ANAC, haverá apresentações do Ministérios dos Transportes, da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (ABEAR) e da International Air Transport Association (IATA). A programação completa do evento e as instruções detalhadas para inscrições encontram-se ao final dessa página. No momento da inscrição, é desejável que os painéis escolhidos estejam diretamente relacionados à atividade desempenhada pelo profissional na empresa — à exceção da cerimônia de abertura do evento, que é voltada a todos os participantes.


Semana de Qualidade da Informação do Transporte Aéreo


A IV Semana de Qualidade da Informação do Transporte Aéreo faz parte da Ação Nacional de Aviação Civil, iniciativa instituída em 2011 pela ANAC com o objetivo de disseminar informações e conhecimentos sobre o transporte aéreo e de aumentar a proximidade da Agência com seus principais públicos.

Realizada em novembro de 2015, também na cidade de São Paulo (SP), a terceira edição do evento contou com cerca de 270 participantes de mais de 40 empresas aéreas brasileiras e estrangeiras, além de entidades ligadas ao setor.



Fonte: www.anac.gov.br

terça-feira, 25 de outubro de 2016

Site reúne senhas de wi-fi de diversos aeroportos do mundo


Nos dias atuais, ter acesso ao wi-fi no aeroporto é tão importante quando pegar as malas despachadas.

Pensando nisso, Anil Polat, um viajante que sempre está em terminais do mundo, resolveu criar um blog e reunir as senhas para acessar a internet de diversos aeroportos do planeta, inclusive de salas VIPs das áereas.

A iniciativa  de Polat se tornou uma rede colaborativa na qual os leitores do blog ajudam a aumentar o acerto de senhas, que também pode ser acessado pelo Google Maps.

A ação faz tanto sucesso que Polat criou um aplicativo pago chamado WiFox. O app está disponível para os sistemas Android e IOS. O dipositivo permite que os viajantes escolham o aeroporto de destino e copiem a senha do wi-fi em seus celulares.

Para ter acesso ao blog ou baixar o app clique aqui.



Fonte: Revista Embarque

domingo, 23 de outubro de 2016

Dia do Aviador e da Força Aérea Brasileira


O Dia do Aviador e da Força Aérea Brasileira é festejado anualmente no Brasil em 23 de outubro.

Aviador, ou também piloto, é a pessoa que conduz aeronaves de forma profissional ou apenas por prazer. O aviador pode trabalhar não apenas em linhas aéreas, ou como piloto de helicópteros ou jatos executivos, mas também como piloto privado.

Muitos consideram a profissão de aviador apenas pela perspectiva de um bom salário e de status. Porém, um aviador é aquele que ama e admira o que faz, é uma vocação.

De todo modo, um aviador deve ser capaz de realizar voos seguros, pois deve prezar pela segurança. Assim, um aviador deve possuir raciocínio rápido, paciência, comprometimento e disciplina.

A Força Aérea Brasileira é uma das três forças armadas do Brasil, com a missão de defender o país, garantindo os poderes constitucionais, a lei e a ordem.

Origem do Dia do Aviador e da Força Aérea Brasileira

O motivo do dia 23 de outubro ser a data de comemoração do Dia do Aviador e também o Dia da Força Aérea Brasileira se deve ao fato que, nessa data em 1906, na cidade de Bagatelle, em Paris, Alberto Santos Dumont concretizou o primeiro voo com um aparelho que tinha mais peso que o ar, o chamado 14 Bis.

Dumont percorreu, de uma altura de 2 metros do solo, uma distância de 60 metros em apenas 7 segundos. Mais de mil pessoas observaram o feito (inclusive a Comissão Oficial do Aeroclube francesa ! instituição altamente reconhecida no globo e aquela que tem autorização de homologar qualquer conquista ou descobrimento de cunho aeronáutico), virando uma manchete viral.

A data, portanto, tem grande valor e representatividade para ser considerada o Dia do Aviador e da Força Aérea Brasileira. O dia 23 de outubro, assim, é visto como o dia de lembrar a glorificação da obra de Santos Dumont, e homenagear os indivíduos que também aprenderam a arte de voar, que sabem transformar essa atividade em um modo de liberdade, quebra de barreiras, transporte de recursos e de esperança e também um modo de conduzir o progresso e a integração. 

Fonte: calendariobr

sábado, 22 de outubro de 2016

NOVAS PONTES DE EMBARQUE ENTRAM EM OPERAÇÃO NO AEROPORTO DE MACEIÓ


A chegada da turista Ana Paula de Almeida, 36 anos, a Maceió, capital do estado de Alagoas, teve um diferencial. O trajeto entre a saída da aeronave até a sala de desembarque foi feito por meio de uma das novas pontes de embarque em operação no Aeroporto Internacional de Maceió/Zumbi dos Palmares.

“Chegar em um aeroporto e desembarcar utilizando a ponte é uma maravilha! Fiquei bastante satisfeita, pois é muito mais prático e seguro”, disse Ana, que vinha do Rio de Janeiro e estava acompanhada do marido e filhos, em sua primeira viagem a Maceió.

Impressão semelhante teve Maria do Rosário Mendonça, 57 anos, que também fazia sua estreia na capital de Alagoas a passeio. Ela destacou o conforto que esse tipo de equipamento traz para o passageiro. “A sensação é de que o trajeto é menor, além de ser mais seguro porque não temos contato com veículos, por exemplo”, pontuou.

As quatro novas pontes de embarque entraram em operação no terminal alagoano há cerca de uma semana. Os equipamentos são acoplados às aeronaves para realizar embarques e desembarques dos passageiros. Nos próximos 30 dias, seguirá a fase de operação assistida, que consiste no acompanhamento da performance dos equipamentos nas manobras de acoplagem e desacoplagem pela equipe operacional da Infraero.

As obras para instalação e adequação à parte fixa dos equipamentos tiveram início no primeiro semestre de 2016. Nesse período, foram realizadas as fases de fundação e disposição das novas pontes, bem como a sinalização horizontal com a nova pintura do pátio de estacionamento das aeronaves. A estatal investiu R$ 6,6 milhões nessas melhorias, para ampliar o nível de conforto e segurança dos passageiros.

Acostumado a utilizar o aeroporto, pelo menos uma vez ao mês, para viagem a trabalho para o Rio de Janeiro, Herrinson Antonio de Oliveira, 44 anos, que mora em Maceió, destacou a facilidade e a comodidade na utilização do finger para embarcar ou desembarcar. “Fiquei contente em poder embarcar por meio da ponte de embarque pelo conforto e segurança, além de não ter transtorno devido à mudança das condições climáticas ou por causa da distância a ser percorrida durante o trajeto. Com certeza, o embarque ou desembarque utilizando ponte de embarque agrada a qualquer passageiro.”

Agilidade

Para o superintendente do aeroporto, Adilson Pereira Silva, os novos equipamentos marcam uma nova etapa na qualidade de atendimento no Zumbi dos Palmares. “É, sem dúvida, um empreendimento que amplia significativamente a melhoria no atendimento, tornando mais ágil o ir e vir dos passageiros”, avalia.

A primeira ponte entrou em funcionamento no dia 29 de setembro. O voo da Latam 3636, procedente de Guarulhos (SP), fez a estreia da nova estrutura, com o acoplamento da aeronave para o desembarque dos passageiros.

As novas pontes instaladas em Maceió foram trazidas do Aeroporto Internacional de Florianópolis (SC). O transporte foi realizado por via terrestre, em carretas.

A substituição das pontes de embarque do terminal alagoano já estava prevista no planejamento de 2016 da Infraero. No primeiro trimestre deste ano, foram realizadas duas licitações – publicadas no Diário Oficial da União (DOU) - para contratação de empresa responsável pela execução dos serviços de desmontagem, catalogação, embalagem e transporte das pontes de embarque bem como para a instalação dos novos equipamentos.


Fonte: Assessoria de Imprensa - Infraero

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Galeão tem novas mudanças em embarques internacionais


A partir do próximo domingo (23), todos os passageiros dos voos internacionais da GOL Linhas Aéreas que partem do Aeroporto Internacional Tom Jobim (RIOgaleão), na Zona Norte do Rio, deverão realizar seus despachos de bagagem e check-in no terminal 2. 

Esses voos seguem para Buenos Aires, Córdoba e Rosário, na Argentina; e Montevidéu, no Uruguai. Apenas os passageiros que viajarem com a companhia para os destinos nacionais continuam a fazer os procedimentos de embarque no terminal 1. Aqueles que irão visitar destinos internacionais, mas fazem alguma conexão em cidades brasileiras devem se dirigir ao terminal 1, uma vez que seu primeiro destino é nacional.

Desde março deste ano, o RIOgaleão realiza a transferência das companhias aéreas do terminal 1 para o 2. Nas Olimpíadas, por exemplo, todas as companhias internacionais já operavam no segundo terminal. O processo faz parte da transformação do Aeroporto Internacional Tom Jobim iniciada com a construção do Píer Sul.

Até o fim de novembro, todos os check-in e despachos de bagagens, sejam de passageiros domésticos ou internacionais, serão feitos no terminal 2. As aeronaves, no entanto, continuarão distribuídas entre as 58 pontes de embarque localizadas em ambos os terminais e, também, no Píer Sul. Todo o processo de modernização do RIOgaleão contou com investimentos de R$ 2 bilhões, segundo a administradora do aeroporto.

Fonte: G1

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Policiais do Grupamento Aéreo de Alagoas recebem macacões de voo


A Secretaria de Estado da Segurança Pública de Alagoas (SSP/AL) adquiriu macacões antichamas para pilotos e tripulantes do Grupamento Aéreo. A entrega dos equipamentos de proteção individual (EPIs) ocorreu na manhã desta sexta-feira (14), no hangar localizado no bairro Forene, em Rio Largo.

Conforme o chefe do Grupamento Aéreo, coronel BM André Madeiro, a compra dos macacões representa um grande avanço para todos os integrantes. “Essa é uma forma de proteger nossos pilotos e tripulantes em caso de contato com o fogo e podemos afirmar que foi um grande feito na gestão do governador Renan Filho, que tem reconhecido o valor do nosso grupamento”, ressalta o oficial.

Ao todo foram adquiridos 150 macacões. Além dos pilotos, foram beneficiados os mecânicos, operador aerostático e o efetivo de apoio em solo, que dão suporte por terra às operações das aeronaves.
Coronel André destacou também o empenho do secretário Lima Júnior no processo. “Reconhecemos toda a disposição do secretário em nos ajudar e permitir que fôssemos contemplados com o equipamento”, disse o coronel.

Para o secretário Lima Júnior, qualquer esforço para a garantia da segurança das forças policiais será mínimo diante da importância do trabalho que realizam.

“Tudo o que fizermos será visto como pequeno, diante da importância de cada um no combate à violência e assistência à sociedade. A aquisição dos macacões era necessária e só intermediamos a garantia de um benefício indispensável aos integrantes do Grupamento Aéreo”, finalizou Lima Júnior.

Fonte: Agência Alagoas.

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

GTA Sergipe resgata jovem vítima de capotamento de jeep no Abaís


Uma equipe do Grupamento Tático Aéreo da Secretaria da Segurança Pública (GTA/SSP) realizou no início da noite do último sábado (15) o resgate de uma jovem de 23 anos, que sofreu acidente em uma área de dunas na praia do Abaís. Segundo testemunhas, o veículo capotou diversas vezes.

O acidente aconteceu durante uma trilha realizada entre as dunas na praia do Abaís, localizada na cidade de Estância, em uma área de difícil acesso. Fãs de jeeps participavam de um evento tradicional neste final de semana em Aracaju e aproveitaram para realizar a trilha no litoral sul sergipano.

Segundo Capitão Rodrigo Bicudo, médico da Polícia Militar de Sergipe e responsável pelo atendimento, a jovem já foi encontrada estabilizada e com os primeiros atendimentos realizados no local da ocorrência, “Ela sofreu um traumatismo crânio encefálico, com um grau leve. Fizemos os procedimentos necessários no local do acidente e logo depois encaminhamos para Aracaju”, explicou o capitão.

A aeronave, que era pilotada pelo Major BM Leonardo Silva, levou a vítima para um hospital na capital, onde a equipe de plantão realizou uma série de exames para identificar a gravidade da lesão.

“O GTA é acionado em casos como esses, quando há dificuldade para a remoção de vítimas de acidentes em locais de difícil acesso, ocorrências policiais com reféns, combate a incêndios florestais, missões de busca, resgate e salvamento, além de apoio a operações policiais de alto risco,” explicou o comandante.


Fonte: Piloto Policial 

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Os Mistérios do Efeito Solo


Poucos conceitos são tão mal entendidos quanto o do “efeito solo”. Tentarei neste artigo explicá-lo da forma mais simples possível, ou quase. Bom, a forma mais simples possível é que o efeito solo é um “colchão de ar debaixo da aeronave”, e há uma grande chance de que seja esse entendimento que você tenha do efeito solo, e que seja isso que tenham ensinado a você.

Não foi por mal: a ideia do ar sendo comprimido entre as asas e o chão é relativamente fácil de se visualizar. É difícil não deixar que nosso cérebro seja seduzido por tão elegante explicação. Só tem um problema: o efeito solo não é nada disso.

Durante o curso do Piloto Privado, entendi perfeitamente que o efeito solo – ground effect – entrava em ação quando minha altura do solo fosse aproximadamente a mesma da minha envergadura. Na verdade, tomava como referência até metade desta altura, o que era muito útil em algumas manobras do PP da FAA como a soft field take off, técnica usada para decolagens em pistas de grama. Como você precisa sair do chão logo para diminuir o atrito da grama com as rodas, o efeito solo permitia que se saísse do chão abaixo da velocidade normal de rotação, sob pena de termos que manter aquela baixa altura até ter velocidade o suficiente para uma decolagem segura. Ou seja, mantendo a aeronave cabrada com um dente de flap, saímos do chão vários nós abaixo da velocidade de rotação. Ao levantar voo, cedíamos um pouco o manche para manter o voo nivelado bem próximo ao chão, coisa de meio metro a um metro, não mais que isso. Quando o avião acelerava até a Vy – velocidade de melhor razão de subida – puxávamos o manche para trazê-la para a Vx – velocidade de melhor ângulo de subida, numa decolagem bela de ver e prazerosa de se fazer. Muito provavelmente vem daí o nome “decolagem americana”, que se conhece de algo parecido que se faz no Brasil.

Mas nosso artigo não é sobre o que fazer com o efeito solo, e sim sobre o que ele é na verdade. E isso só fui entender mesmo durante o curso de Piloto Comercial, onde na FAA somos cobrados sobre os doze fatores da VMC, dos quais já falei antes aqui no Canal Piloto no artigo “Bimotores Leves: ilusão fatal“. Bom, quando o ar passa pelas asas de uma aeronave, ele meio que escapa pelas pontas, criando vórtices. Esses vórtices giram da ponta da asa para dentro e para baixo, ficando para trás do avião – para visualizar, imagine o avião de frente: na ponta da asa direita eles giram no sentido horário, na esquerda, anti-horário. No vídeo abaixo, com uma coletânea de pousos e decolagens em condições meteorológicas adversas, é possível observar os vórtices graças às nuvens e à umidade do ar:

Eles – chamados em inglês de wingtip vortices – se relacionam com dois efeitos colaterais: o arrasto induzido e o downwash. O arrasto induzido – induced drag – é causado porque esse ar circulando, que escapou das pontas das asas nos vórtices, de certa forma segura o avanço do seu avião, ou seja, causa arrasto. Induzido porque a própria aeronave o induziu por estar voando – sim, tem a ver com os winglets. Já o downwash – para o qual não encontrei termo em português – é o fluxo de ar que, pela natureza do perfil da asa, se desloca para trás e para baixo. A somatória destes dois fenômenos aerodinâmicos faz com que, no voo longe do chão, a componente de sustentação – lift vector – fique ligeiramente inclinada para trás, deslocando parte desta sustentação para uma pequena componente horizontal, ou seja, diminuindo essa sustentação da asa na vertical.

Quando você se aproxima do chão, numa altura tipicamente menor que a envergadura da asa, os vórtices das pontas das asas, ao invés de continuarem na sua rotação, batem no chão e se dissipam. Com isso, o arrasto induzido diminui substancialmente e o downwash fica menos “down” e mais horizontal, afinal também está batendo no chão abaixo da aeronave. Com menos arrasto induzido pela interrupção dos vórtices e com a componente vertical da sustentação mais verticalizada graças à horizontalização do downwash, o seu avião voa mais com menos velocidade. E aí, ou você flutua e flutua num flare que não acaba nunca, ou sai do chão antes da Vr numa decolagem em pista de grama. Cabe a você decidir o que fazer com o efeito solo. Mas é bom que você saiba, não há colchão nenhum ali.

Veja vídeo Aqui 

Fonte: www.canalpiloto.com.br

sábado, 15 de outubro de 2016

Brasil estaria negociando a venda de 24 Super Tucanos para Argentina


Foi divulgado por um site de notícias argentino que durante a visita do presidente brasileiro Michel Temer no país vizinho, o Brasil ofereceu para Força Aérea Argentina 24 aeronaves de ataque e vigilância Super Tucano, fabricados pela Embraer. A oferta deve contar com ajuda do BNDES para financiamento do pacote de aeronaves.

O negócio, avaliado em US$ 300 milhões, é visto como um dos projetos mais ambiciosos entre os dois países, desde a época da assinatura entre os presidentes Raúl Alfonsín e José Sarney na década de 1980 sobre questões nucleares.

Outras fontes citadas pelo site “Urgente 24” dizem que Temer pretende reforçar o acordo do Mercosul, e que apoiar o combate ao contrabando e o tráfico de drogas na Tríplice Fronteira, e enxerga a Argentina como uma importante oportunidade de negócios para cooperação em diversas aéreas. Temer pretende incluir neste projeto de controle de fronteira a Bolívia e o Paraguai.

A Argentina já buscou outras opções de aeronaves de combate com Israel (IAI Kfir), França (Mirage F.1) e Estados Unidos (T-6 Texan II), que já ofereceram aviões de combate para controle de suas fronteiras, mas dentre todas ofertas, o Super Tucano seria a mais moderna aeronave, que já está em operação inclusive a Força Aérea dos EUA no programa LAS.

Segundo o site argentino, já existe um consenso entre a Força Aérea Brasileira, o Ministério da Defesa e o Ministério das Relações Exteriores para avançar os contatos com o governo argentino. A negociação agora estaria aguardando o aval do governo Macri para avançar, que pode inclusive migrar para uma possível cooperação tecnológica na fabricação dos caças Gripen que o Brasil adquiriu da Saab.

Fonte: Defesa e Segurança

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

LATAM recomenda atenção por conta do início do horário de verão


A companhia aérea LATAM Airlines Brasil informa que devido ao início do horário brasileiro de verão a partir da zero hora do próximo dia 16 de outubro, os horários de chegada e partida dos voos da empresa nas regiões Norte e Nordeste serão antecipados em uma hora em relação aos horários atuais. Nas demais regiões do país, os horários das partidas/chegadas permanecerão inalterados. A LATAM recomenda aos seus passageiros que fiquem atentos ao horário de embarque. 

Os bilhetes para todos os voos domésticos e internacionais operados após a zero hora de domingo já foram processados e emitidos pela companhia com os horários corretos. A medida vigorar até a zero hora do dia 19 de fevereiro de 2017. A LATAM reforça que é importante que os clientes de todas as localidades atendidas confirmem os horários dos seus voos pelo site www.latam.com. 

Fonte: Revista Fpal
Foto: Benito Latorre 

Mercado nacional de VANTs comerciais sofre com indefinições na regulamentação

O mercado mundial de Drones, segundo informações PwC publicado na Bloomberg será de 127 Bilhões de dólares em 2020. Notícias relativas ao crescimento do mercado americano, após a recente regulamentação, apontam para a criação de 100.000 empregos somente nos próximos anos (AUVSI).

Mas nada disso poderá ocorrer no Brasil, pois os órgãos federais (ANAC e DECEA) não regulamentam o uso comercial de Drones / VANTs no Brasil. A regulamentação da ANAC, apesar de já ter passado por consulta pública e já estar finalizada desde o final do ano passado, ainda não tem previsão de entrar em vigor. O DECEA publicou em novembro de 2015 a ICA 100-40 que trata dos Sistemas de Aeronaves Remotamente Pilotadas e o Acesso ao Espaço Aéreo Brasileiro, mas que atende em parte.

Segundo empresas nacionais, esta omissão apenas fomenta o mercado informal predatório sem a devida educação de segurança estimulando o contrabando indiscriminado de VANTs/Drones via países vizinhos chegando a patamares de 2 milhões de dólares por mês. Empresas legítimas de desenvolvimento e produção de VANTs / Drones simplesmente não podem “sobreviver” neste ambiente hostil criado pela omissão governamental Brasileira.

Esta situação levou a empresa Gaúcha SkyDrones, uma das maiores e mais antigas empresas desenvolvedoras e produtoras de VANTs no Brasil, a expor um poster de Manifesto Público ao invés de produtos na feira de defesa BID Brasil que ocorreu no final de setembro em Brasília.


Fonte: Piloto Policial

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Tarifa aérea doméstica média foi de R$ 322,44 no 1º semestre de 2016


A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) divulga hoje o 35º Relatório de Tarifas Aéreas Domésticas que compreende o 1º semestre de 2016. A tarifa aérea média doméstica real no nesse período foi de R$ 322,44, um aumento de 0,2% quando comparada ao mesmo período de 2015 quando a tarifa média domestica foi de R$321,66.

Já o valor do Yield Tarifa Aérea Médio Doméstico Real (valor pago por km voado) foi de R$ 0,28838/Km, apresentando uma redução real de 0,2% no 1º semestre de 2016, quando comparado a primeira metade de 2015.

Cerca de 58,3% dos assentos comercializados no período de janeiro a junho de 2016 correspondeu a tarifas aéreas domésticas inferiores a R$ 300,00. Verifica-se, ainda, que assentos comercializados com tarifas inferiores a R$ 100,00 representaram 9,5% do total, e as tarifas superiores a R$ 1.500,00 representaram 0,4% no período de janeiro a junho de 2016.

Desde 2015, são divulgadas também informações sobre as tarifas por unidade da federação e por pares de regiões do país. O estado com a menor tarifa aérea doméstica média real foi o Espírito Santo, com R$ 260,30, e o maior foi Roraima, com R$ 560,31. Em termos de yield, a UF com maior valor foi Minas Gerais, com R$ 0,3925/Km, e a UF com menor valor foi o Amazonas com R$ 0,2240/Km.

Fonte: ANAC

terça-feira, 11 de outubro de 2016

AEROPORTO DE ARACAJU COMEMORA DIA DAS CRIANÇAS COM VISITA DE ALUNOS

Em comemoração ao Dia das Crianças, o Aeroporto de Aracaju/Santa Maria (SE) recebe nesta terça-feira, 11/10, às 13h30, a visita de cerca de 30 alunos da Escola Municipal Laonte Gama, que fica no entorno do aeroporto. Durante a visita, a crianças vão percorrer o terminal de passageiros e o pátio de aeronaves, com direito a conhecer o interior de uma aeronave. As crianças também vão conferir uma apresentação dos bombeiros da Seção Contra Incêndio do terminal sergipano.

O Aeroporto de Aracaju registrou, em 2015, 1.280.236 embarques e desembarques. O terminal de passageiros tem 9.321 m² de área e capacidade para 2,6 milhões de passageiros/ano.


Informações para cobertura do evento:
Dia das Crianças no Aeroporto de Aracaju
Data: 11/10
Horário: 13h30
Informações: (61) 3312.3917 / 3924 / 3926 / 9 9981.8411

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

FAB recebe nova aeronave-laboratório para inspecionar equipamentos de aeroportos


A Força Aérea Brasileira (FAB) conta, desde a última sexta-feira (23/09), com uma nova aeronave-laboratório para compor a frota de aviões destinados à inspeção em voo. O primeiro Legacy 500, desenvolvido e fabricado no País pela Embraer, já está na unidade que vai operá-lo, o Grupo Especial de Inspeção em Voo (GEIV), no Rio de Janeiro (RJ).

Além dessa unidade, o contrato prevê a entrega de mais cinco aeronaves, para substituir os atuais C-95 Bandeirante. A chegada da segunda aeronave ao GEIV está prevista para dezembro deste ano e as outras quatro até o final de 2020. O GEIV é responsável por medir, aferir e calibrar equipamentos auxiliares à navegação aérea instalados em aeroportos de todo o País.

A nova aeronave é fruto do projeto I-X e trata-se de um jato executivo adaptado para receber o laboratório. "As particularidades do Legacy 500, como autonomia, alcance e o fato de ser um produto brasileiro, foram cruciais para a escolha do equipamento", afirma o gerente-adjunto do projeto I-X, Tenente-Coronel Luis Fernando Ferro.

Ele explica que o ganho operacional será sentido, principalmente, em inspeções de aeroportos fora do Rio de Janeiro. Com capacidade de voo de mais de 5.600km, mais equipamentos poderão ser verificados em um mesmo voo. O avião possui tecnologia “fly by wire” (controle das superfícies móveis de comando da aeronave por intermédio de pulsos elétricos) e pode chegar a 800 km/h.

A aeronave projeta internacionalmente a indústria aeronáutica brasileira, já que a Embraer foi a primeira empresa no mundo a construir uma aeronave-laboratório com um sistema de inspeção nesse tipo de aeronave. São equipamentos de última geração que, aliados às características do Legacy 500, trazem segurança e conforto à tripulação, além de confiabilidade e precisão aos dados coletados.

Batismo - A cerimônia de batismo da aeronave contou com a presença do diretor-geral do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), Tenente-Brigadeiro do Ar Carlos Vuyk de Aquino. O oficial-general afirmou, em seu discurso, que o GEIV está escrevendo um novo capítulo em sua história de inspeção em voo."Hoje estamos recebendo a plataforma de inspeção em voo mais moderna do mundo”, afirma.

Ele ressaltou que a ideia é fazer o uso intensivo dessa tecnologia, garantindo a segurança da navegação aérea no Brasil. "Isso permitirá que, através de inspeções em voo seguras e rápidas, tenhamos uma aviação com a regularidade necessária para a condução da nossa sociedade, que tanto espera e confia no nosso trabalho" ressalta. "Vamos dar as boas-vindas ao GEIV 01 – FAB 3601 que, a partir de agora, segue para fazer inspeções com grandes demandas”, finalizou o Tenente-Brigadeiro Aquino.

Em seguida, o comandante do GEIV, Tenente-Coronel Marcelo Lima Pinheiro, afirmou que o momento do recebimento da aeronave reforçava e materializava, para cada integrante da inspeção em voo, a importância da contínua dedicação aos estudos.

“Nesta data, o GEIV ratifica ao DECEA o seu compromisso em manter a elevada qualidade no cumprimento de sua missão e garantir o fortalecimento da soberania, da integração nacional e do controle do espaço aéreo brasileiro”, disse.

Fonte: www.defesanet.com.br

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

"O setor de táxi aéreo brasileiro está morrendo", alertam empresários


A comissão especial destinada a elaborar o novo Código Brasileiro de Aeronáutica (PLS 258/2016) debateu hoje (4) a forte crise por que passa o setor de táxi aéreo no Brasil.
Fernando Santos, representante do Sindicato Nacional das Empresas de Táxi Aéreo (SNETA), apresentou números comprovando a brusca queda no movimento, por exemplo, deste tipo de serviço desde 2012 nos aeroportos de Congonhas (São Paulo), Santos Dumont e Galeão (Rio de Janeiro) e JK (Brasília). Segundo ele, a demanda hoje é menos da metade do que era há quatro anos nestes aeroportos, num cenário que se generaliza por todo o país, provocando quebra de empresas e desemprego. — Se não houver uma regulamentação mais tranquila pra este setor no novo CBA, a tendência é continuar caindo. Muitas aeronaves já estão sendo mandadas pra fora do país — alertou Antonio Romero, da EMAR Táxi Aéreo, que também relatou um cenário na sua definição "dramático" de desemprego nesta área no Rio de Janeiro.
Uma das medidas mais importantes a serem adotadas, no entender de Romero, é voltar a estimular a ocupação dos hangares nos aeroportos por parte das empresas deste segmento. De acordo com ele isto foi dificultado nos últimos anos devido ao aumento nos valores dos aluguéis. Foram feitos relatos de muitos hangares hoje sendo inutilizados ou ocupados por empresas sem qualquer relação com o transporte aéreo nos mais importantes aeroportos.
Milton Costa, presidente da Associação Brasileira de Táxi Aéreo (ABTAER), também acredita que o novo CBA precisa estabelecer regras claras prevendo punições mais severas ao transporte aéreo clandestino.
— Se isso não ocorrer será a morte deste setor. E o número de acidentes fatais envolvendo o transporte pirata também é maior do que o país imagina — disse Costa. A ABTAER também quer a desregulamentação das operações de táxi aéreo em relação às homologações das pistas de pouso, o que dinamizaria o setor na Amazônia.
Também representando a entidade, o comandante Domingos Afonso cobrou condições isonômicas deste segmento com as grandes empresas aéreas (como a Gol, TAM, Avianca e Azul), retirando o táxi aéreo da classificação de "aviação geral".
— Prestamos um serviço público como previsto na Constituição, e também atuamos como concessionárias — defendeu o comandante, lembrando que esta mudança possibilitará o acesso mais facilitado a incentivos fiscais, isenção de impostos e importações mais baratas de aeronaves e peças, dentre outros benefícios.
O professor de Direito Aeronáutico Nacional e Internacional na Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO), Georges Ferreira, que assessora o senador José Maranhão (PMDB-PB) na relatoria do novo CBA, garantiu aos participantes que a nova lei abarcará penas duras ao transporte clandestino, dentre outras mudanças.
Também participaram da audiência os representantes da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), o superintendente Rodrigo Alencar e do Ministério dos Transportes, Dario Lopes, assessor do ministro Maurício Lessa. Eles manifestaram apoio a uma maior flexibilização à atuação das empresas de táxi aéreo no novo CBA.

Fonte: www.defesanet.com.br

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

AEROPORTO SANTOS DUMONT RECEBE MOSTRA EM HOMENAGEM AO PAI DA AVIAÇÃO


O Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, será palco, até o próximo dia 29/10, da exposição “Santos Dumont, o Grande Brasileiro”, do designer gráfico Alexandre Valentim. Trata-se de uma homenagem lúdica ao aeronauta, esportista, inventor e pai da aviação Alberto Santos Dumont, que dá nome ao terminal carioca.

Localizada no primeiro piso do terminal de embarque, na ligação com o Shopping Bossa Nova Mall, a mostra é baseada na técnica “design de superfície”, que consiste na elaboração de ilustrações e padronagens e conta com seis peças alusivas ao aviador: “Santos Dumont”, “14 Bis”, “Demoiselle”, “Balão 06”, “Casa”, e “Libélula”.

O visual colorido e psicodélico chama a atenção de quem passa pelo local e contrasta com o ambiente mais clássico do aeroporto. A modelista Maria Clara Durães, de 19 anos, ficou fascinada com a técnica, a qual não conhecia. “Justamente por trabalhar com moda, esse universo de estilos, padrões e cores me atrai bastante. Além disso, é uma forma criativa e nada convencional de retratar o mundo de Santos Dumont”, comentou.

Alexandre Valentim conta que decidiu criar esta exposição depois que começou a pesquisar sobre a vida de Santos Dumont, tornando-se grande fã da trajetória do aviador brasileiro. Para ele, ter seus trabalhos expostos no Aeroporto Santos Dumont é uma grande realização. “Poder emocionar milhares de pessoas que passam diariamente por ali e ao mesmo tempo homenagear esse grande brasileiro que deu nome ao aeroporto é duplamente gratificante. Agradeço à equipe da Comunicação da Infraero por acreditar e apoiar essa iniciativa”, disse.

Professor de Educação Artística e designer gráfico, com pós-graduação em Multimídia pela Universidade Federal Fluminense, Alexandre Valentim tem seu trabalho focado na pesquisa dos elementos gráficos semióticos da cultura brasileira (cordel, folclores, cerâmica Marajoara, desenhos indígenas, rupestres etc.) e a utilização da técnica do Design de Superfície (técnica de criação de padronagens/ilustrações).


Fonte: Assessoria de Imprensa - Infraero

terça-feira, 4 de outubro de 2016

Glossário da Aviação


EXPRESSÕES E TERMOS TÉCNICOS

A

ACARS (Aircraft Communications Addressing and Reporting System) – Sistema de transmissão de dados que pode ser utilizado na comunicação entre aeronave, órgão ATC e controle operacional da companhia

ACC (Area Center Control) – Centro de Controle de Área

ACN (Aircraft Classification Number) – Número de classificação de uma aeronave de acordo com o valor de pressão dos pneus do trem principal

ADF (Automatic Directional Finder) – Instrumento utilizado para executar navegação via NDB

ADS (Automatic Dependent Surveillance)– Monitoramento automático dependente para vigilância

AFIS (Aerodrome Flight Information Service) – Serviço de informação de vôo de aeródromo

Aileron – Superfícies móveis no bordo de fuga da asa, que auxiliam as manobras de curva da aeronave

Aileron Frise – Aileron que deixa, ao levantar, parte de seu bordo de ataque protuberante sob a asa, criando arrasto daquele lado e ajudando nas curvas

Ajuste de altímetro – Pressão da estação reduzida ao nível do mar sob condições de atmosfera padrão (1 hPa/30 pés)

ALA (Approach & Landing Accidents) – Acidentes durante a aproximação e pouso

Alfa – Palavra do alfabeto utilizado na aviação comercial para designar a letra “A”

ALS (Approach Lighting System) – Sistema de luzes de aproximação de uma pista

Altitude tape – Altitude da aeronave indicada através de faixa vertical presente no indicador eletrônico de atitude (EADI)

Amerissar – Pousar aeronave na água

Amperímetro – Instrumento utilizado para medir a intensidade de uma corrente elétrica

Ângulo de ataque – Ângulo formado entre o vento relativo e a corda do aerofólio

Anti-skid – Sistema que previne que as rodas da aeronave travem durante a frenagem

AOA (Angle of Attack Sensor) – Sensor de ângulo de ataque

APP (Approach Control) – Controle de área terminal

APU (Auxiliar Power Unit) – Unidade de força auxiliar que permite se manter o ar condicionado e sistema elétrico funcionando enquanto a aeronave está em solo, além de fornecer força pneumática para dar partida nos motores. Também tem grande utilidade em vôo na eventualidade da perda de motor

Aquaplanagem – Derrapagem ocasionada por pista molhada, neve e slush (mistura de neve e sujeira)

Arfagem – Movimento em torno do eixo transversal de uma aeronave, que compreende os movimentos de subir (cabrar) e descer (picar)

Arrasto – Força de resistência ao avanço de um veículo, resultante da ação do meio

Asa cantilever – é uma asa estruturalmente muito forte, que suporta todo o esforço no seu interior. É reforçada, não requer tirantes ou cabos externos ligados à fuselagem ou ao trem de aterragem; uma asa presa à fuselagem sem qualquer suporte ou estrutura externa

ASPH – Sigla para asfalto na classificação do pavimento (PCN)

Assentos/km – produto da multiplicação da quantidade de assentos disponíveis em todas as aeronaves pela distância dos voos da companhia

ATC (Air Traffic Control) – Controle de Tráfego Aéreo

ATIS (Automatic Terminal Information Service) – Sistema de gravação que traz informações sobre as condições operacionais e meteorológicas do
campo

Auto-rotação – Capacidade do helicóptero em manter girando as pás do motor, mesmo com a falha do mesmo, mantendo manobrabilidade.

Autobrake – Sistema de frenagem automática

Autothrottle – Sistema de aceleração automática

AVGAS – combustível utilizado em aviação de alta octanagem e de cor azul

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

ANAC e EASA celebram acordo em Cerimônia da OACI


A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e a Comissão Europeia celebraram, durante a 39ª Assembleia Trienal da OACI, a assinatura do Termo de Referência do Comitê Conjunto - documento que prevê as Regras de Procedimentos no âmbito do acordo sobre a Segurança da Aviação Civil - firmado entre o Brasil e a União Europeia, o Bilateral Aviation Safety Agreement (BASA).

O documento foi assinado pelo Diretor Presidente da ANAC, José Ricardo Pataro Botelho, e pelo Diretor-Geral para Aviação e Assuntos de Transporte Internacional da Comissão Europeia e chefe do departamento de segurança operacional da European Aviation Safety Agency (EASA), Filip Cornelis.

O BASA, firmado em julho de 2010 e promulgado em dezembro de 2015, prevê o estabelecimento das chamadas Regras de Procedimentos, que criam e disciplinam o funcionamento do Comitê Conjunto das Partes.

O Comitê Conjunto das Partes será responsável pelo efetivo desempenho do acordo, além da função de avaliar a eficácia de sua implementação. O Comitê também será responsável por deliberar sobre todas as questões relacionadas com o desempenho e implementação do BASA.

Os trâmites dos entendimentos relacionados ao BASA começaram em fevereiro de 2016, quando a Comissão Europeia consultou a ANAC sobre a possiblidade de dar início às negociações das Regras de Procedimentos ao Comitê Conjunto.

No âmbito do BASA, já foram celebrados dois entendimentos que disciplinaram as Regras de Procedimentos para a criação e funcionamento de dois Comitês Setoriais, que foram responsáveis pela aprovação de procedimentos técnicos de implementação sobre certificação de aeronavegabilidade e ambiental; e também sobre manutenção de produtos aeronáuticos: o Comitê Setorial Conjunto de Certificação (abril de 2014) e o Comitê Setorial Conjunto de Manutenção (maio de 2015).

A assinatura desse entendimento entre Brasil e União Europeia reforça a tendência de mútuo reconhecimento entre autoridades, com vista ao incremento da eficiência em matérias relacionadas com a segurança da aviação civil e da qualidade ambiental.

Fonte: Assessoria de Comunicação Social da ANAC